Anestesia
A função é para suprimir um estímulo doloroso através de um medicamento anestésico. Esse anestésico local é reversível, bloqueia a propagação ou inibe um potencial de ação de tecidos excitáveis. Podem durar de 2 até 10 horas dependendo do caso. Não é a agulha que causa o desconforto no paciente, pois esta possui um diâmetro pequeno, o que causa a dor é o líquido ácido que penetra causando uma queimação. É recomendável sempre aplicar uma pomada antes para diminuir esse incômodo. Fazer um questionário de saude durante a anamnese é fundamental para não ter intercorrências.
A anestesia parcial é uma forma de tornar insensível uma ou várias áreas. Podendo ser:
Periférica, terminal ou infiltrativa: em terminações de nervos periféricos, numa área limitada. As mais comuns são:
Mucosa superficial- se encontra na forma de pomada, gel ou spray. Secar a área, aplicar e com a polpa do dedo massagear ou com o cotonete.
Ex: Lidocaína, benzocaína e lidocaína
Contra-indicações: não faz em estruturas profundas.
Submucosa- Remover fibroma, lipoma e cirurgia de tecidos moles. Vai entre mucosa e periósteo.
Supraperióstica- entre periósteo e osso. Anestesia a lâmina vestibular e palatina das maxilas através de foraminas. Em dentes superiores, agulha carpule.
Peridentária- Como complemento de uma infiltrativa ou regional. Nas faces mesiais ou distais dos dentes. Anestesia a polpa e tecidos ósseos.
Intra-septal- Referência é o triângulo papilar. Para tratamentos de gengivectomia.
Anestesia troncular, regional ou de condução -> Insensibilizar várias áreas, impedir a dor.
Anestesia do hemiarco inferior
N. ALVEOLAR INFERIOR
N.BUCAL
N.LINGUAL
N.MENTUAL
N.INCISIVO
A técnica consiste em colocar o dedo acima do plano oclusal dos molares, paralelo ao plano sagital, virar a unha para dentro da cavidade. Encostar no vértice do trígono retromolar, seringa e agulha paralela ao longo eixo do dedo. Por cerca de 5 mm (n.bucal), mais 5 mm (n.lingual) e indo com a seringa para pré-molar do lado oposto se anestesia n.alveolar inferior, n.mentual e n.incisivo.
n.bucal: gengiva vestibular na região de molares
n.lingual: gengiva lingual, 2/3 anteriores da língua
n.incisivo: dentes anteriores(recomenda a técnica supraperióstica)
n.mentual: pele de lábio inferior, gengiva vestibular dos anteriores
n.alveolar inferior: todos os dentes inferiores
Hemiarco superior:
n. alveolar superior posterior-molar e mucosa vestibular, prega muco-jugal acima do 2º molar
n.alveolar superior médio-pré-molar e raiz mesiovestibular do primeiro molar, ápice do segundo pré-molar.
n.alveolar superior anterior-canino, incisivo e mucosa vestibular, ápice do canino superior.
n.infra-orbital-polpa, tecidos moles desde incisivos até pré-molares, pálpebra inferior, asa do nariz, lábio superior, gengiva vestibular, raiz mesiovestibular do primeiro molar. Na prega muco-jugal do primeiro pré-molar(anestesia o alveolar anterior e médio, pois são seus ramos).
Pra todos são recomendados aplicação tópica antes, refluxo durante a aplicação em torno de 0.9 a 1.2 ml, esperar de 3 a 5 minutos para o efeito, agulha de tamanhos de acordo com cada região, secar com gaze estéril.
N. palatino anterior - palato da região de pré-molar até a úvula palatina. Distalmente do último molar.
N.nasopalatino- palato de canino até incisivo. Na prega incisiva.
Texto muito resumido, recomendo a leitura do capítulo 8 do livro de anatomia da face do miguel carlos madeira. 4ºedição.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Drenagem linfática
Linfadenopatias agudas inflamatórias: ficam grandes, móveis, muito sensíveis
Nodo metastásico: aumenta o volume, endurecimento e fixa aos tecidos vizinhos, nos estágios avançados.
Dentes superiores e inferiores: linfonodos submandibulares
Dentes incisivos inferiores: submentoniano
Gengiva lingual e vestibular da maxila: linfonodos submandibulares
Gengiva da mandíbula
Região incisiva: vestibular vai ser submentoniano, lingual pode ser submentoniano e/ ou submandibular
Lábio superior e porção lateral do inferior: linfonodos submandibulares
Lábio inferior: linfonodos submentoniano
Bochecha: Submandibulares, parte posterior o parotídeos
Palato: cervicais profundos, submandibulares
Língua: ápice é submentoniano, o restante submandibular e cervical profundo
Glândulas: parótida(parotídeos)
submandibular: submandibulares
sublingual: submandibulares
Soalho da boca: submentoniano, submandibulares
Tonsila palatina: cervicais profundos
Referência: Madeira-Cruz-Anatomia da face-Ed. Savier 2010
Linfadenopatias agudas inflamatórias: ficam grandes, móveis, muito sensíveis
Nodo metastásico: aumenta o volume, endurecimento e fixa aos tecidos vizinhos, nos estágios avançados.
Dentes superiores e inferiores: linfonodos submandibulares
Dentes incisivos inferiores: submentoniano
Gengiva lingual e vestibular da maxila: linfonodos submandibulares
Gengiva da mandíbula
Região incisiva: vestibular vai ser submentoniano, lingual pode ser submentoniano e/ ou submandibular
Lábio superior e porção lateral do inferior: linfonodos submandibulares
Lábio inferior: linfonodos submentoniano
Bochecha: Submandibulares, parte posterior o parotídeos
Palato: cervicais profundos, submandibulares
Língua: ápice é submentoniano, o restante submandibular e cervical profundo
Glândulas: parótida(parotídeos)
submandibular: submandibulares
sublingual: submandibulares
Soalho da boca: submentoniano, submandibulares
Tonsila palatina: cervicais profundos
Referência: Madeira-Cruz-Anatomia da face-Ed. Savier 2010
Vascularização sanguínea
Veias
v. Auricular posterior
v. jugular externa
v. retromandibular anterior e posterior: passa dentro da glândula parótida juntamente com a carótida externa
v.maxilar se junta com a temporal e formam a retromandibular.
veia lingual: drena língua, região sublingual
veia facial:ângulo medial do olho, nariz, lábios, bochecha, glândula submandibular
veia alveolar inferior: dentes inferiores
veias alveolares superiores, anterior e posterior: dentes superiores
Veias
v. Auricular posterior
v. jugular externa
v. retromandibular anterior e posterior: passa dentro da glândula parótida juntamente com a carótida externa
v.maxilar se junta com a temporal e formam a retromandibular.
veia lingual: drena língua, região sublingual
veia facial:ângulo medial do olho, nariz, lábios, bochecha, glândula submandibular
veia alveolar inferior: dentes inferiores
veias alveolares superiores, anterior e posterior: dentes superiores
Vascularização sanguínea
Artéria temporal superficial - artéria maxilar
artéria facial
artéria lingual
artéria tireóidea superior
artéria carótida externa
artéria carótida comum
artéria facial: nutre estruturas da face do olho para baixo
artéria maxilar: é profunda, nutre todos os dentes e palato duro e mole. Localização medial à mandíbula. ramos da artéria maxilar- art. nasopalatina: nariz, dente anterior mucosa e gengiva. art. palatina anterior:palato duro, mucosa dentes posteriores e gengiva. art. alveolar superior: anterior(ramo da maxilar) , média ( ramo da maxilar), posterior (ramo da infraorbitária) nutrem dente e gengiva vestibular até pré-molar
artéria temporal superficial: superficial, nutre couro cabeludo, região temporal e frontal.
artéria labial superior: ramo da artéria infra-orbital
nutre gengiva vestibular de dentes anteriores
artéria bucal: ramos da artéria maxilar
nutre gengiva de dentes posteriores e bochechas
artéria alveolar inferior: ramo da artéria maxilar
nutre molar e pré-molar
no forame mantual, sai a art. mentual que nutre lábio inferior, gengiva vestibular dos dentes posteriores
art. incisiva nutre dentes inferiores anteriores
Artéria temporal superficial - artéria maxilar
artéria facial
artéria lingual
artéria tireóidea superior
artéria carótida externa
artéria carótida comum
artéria facial: nutre estruturas da face do olho para baixo
artéria maxilar: é profunda, nutre todos os dentes e palato duro e mole. Localização medial à mandíbula. ramos da artéria maxilar- art. nasopalatina: nariz, dente anterior mucosa e gengiva. art. palatina anterior:palato duro, mucosa dentes posteriores e gengiva. art. alveolar superior: anterior(ramo da maxilar) , média ( ramo da maxilar), posterior (ramo da infraorbitária) nutrem dente e gengiva vestibular até pré-molar
artéria temporal superficial: superficial, nutre couro cabeludo, região temporal e frontal.
artéria labial superior: ramo da artéria infra-orbital
nutre gengiva vestibular de dentes anteriores
artéria bucal: ramos da artéria maxilar
nutre gengiva de dentes posteriores e bochechas
artéria alveolar inferior: ramo da artéria maxilar
nutre molar e pré-molar
no forame mantual, sai a art. mentual que nutre lábio inferior, gengiva vestibular dos dentes posteriores
art. incisiva nutre dentes inferiores anteriores
Músculos do palato
Intrínsecos da língua
origem: língua
inserção: língua
nervo: hipoglosso
função: provocam formas e posições variadas
Genioglosso
origem:espinha mentoniana superior
inserção: ápice, dorso e raiz da língua
função: abaixa, fibra posterior protraem, fibra anterior retrai a ponta
hioglosso
origem:corno maior e corpo do osso hióide
inserção: aspecto lateral da língua
função: abaixa e ajuda a retrair a língua
estiloglosso
origem: processo estilóide
inserção: aspecto póstero-lateral da língua
função: retrai e levanta o lado da língua
palatoglosso
origem: aponeurose palatina
inserção: aspecto póstero-lateral
função: estreita o istmo da garganta, eleva língua ou abaixo palato
nervo: glossofaríngeo
palatofaríngeo
origem: aponeurose palatina
inserção:póstero-lateral da faringe
nervo: vago
função: eleva faringe, estreita o istmo
Tensor do véu palatino
origem: fossa escafóide
inserção: contorna o hâmulo e insere na aponeurose palatina
função: torna tenso o palato mole
nervo: trigêmeo
Levantador do véu palatino
origem: parte inferior da parte petrosa do temporal
inserção: aponeurose palatina
função: eleva o palato mole
nervo vago
Intrínsecos da língua
origem: língua
inserção: língua
nervo: hipoglosso
função: provocam formas e posições variadas
Genioglosso
origem:espinha mentoniana superior
inserção: ápice, dorso e raiz da língua
função: abaixa, fibra posterior protraem, fibra anterior retrai a ponta
hioglosso
origem:corno maior e corpo do osso hióide
inserção: aspecto lateral da língua
função: abaixa e ajuda a retrair a língua
estiloglosso
origem: processo estilóide
inserção: aspecto póstero-lateral da língua
função: retrai e levanta o lado da língua
palatoglosso
origem: aponeurose palatina
inserção: aspecto póstero-lateral
função: estreita o istmo da garganta, eleva língua ou abaixo palato
nervo: glossofaríngeo
palatofaríngeo
origem: aponeurose palatina
inserção:póstero-lateral da faringe
nervo: vago
função: eleva faringe, estreita o istmo
Tensor do véu palatino
origem: fossa escafóide
inserção: contorna o hâmulo e insere na aponeurose palatina
função: torna tenso o palato mole
nervo: trigêmeo
Levantador do véu palatino
origem: parte inferior da parte petrosa do temporal
inserção: aponeurose palatina
função: eleva o palato mole
nervo vago
Músculos da Mastigação
Nervo motor: trigêmeo, raiz motora, nervo mandibular. E quando chegam no músculo, recebem um nome equivalente.
Masseter
origem: margem inferior do osso zigomático
inserção: dois terços inferiores de face lateral do ramo da mandíbula
função: eleva com força a mandíbula (oclusão)
Temporal
origem: fossa temporal
inserção: borda e face medial do processo coronóide
função: elevar a mandíbula com mais velocidade, faz retração com sua parte posterior.
Pterigóideo medial
origem: fossa pterigóidea
inserção: face medial da região do ângulo da mandíbula, tuberosidade pterigóidea
função: eleva a mandíbula, sinergista do masseter
Pterigóideo lateral superior
origem: asa maior do esfenóide
inserção: disco articular
função: estabiliza o disco durante o movimento
Pterigóideo lateral inferior
origem: lâmina laterall do processo pterigóideo
inserção: processo coronóide
função: bilateral protrai (junto com o digástrico, abaixa) e unilateral faz movimento de um dos lados
Digástrico
origem:incisura mastóidea
inserção: fossa digástrica, um tendão ao osso hióide
inervação: ventre anterior(nervo milo-hioide, ramo do alveolar inferior que é ramo do trigêmo), ventre posterior( nervo facial)
função: retrai e junto com os ptergióideos laterais abaixa a mandíbula.
referência:
madeira-cruz-anatomia da face- ed. savier 2010
Nervo motor: trigêmeo, raiz motora, nervo mandibular. E quando chegam no músculo, recebem um nome equivalente.
Masseter
origem: margem inferior do osso zigomático
inserção: dois terços inferiores de face lateral do ramo da mandíbula
função: eleva com força a mandíbula (oclusão)
Temporal
origem: fossa temporal
inserção: borda e face medial do processo coronóide
função: elevar a mandíbula com mais velocidade, faz retração com sua parte posterior.
Pterigóideo medial
origem: fossa pterigóidea
inserção: face medial da região do ângulo da mandíbula, tuberosidade pterigóidea
função: eleva a mandíbula, sinergista do masseter
Pterigóideo lateral superior
origem: asa maior do esfenóide
inserção: disco articular
função: estabiliza o disco durante o movimento
Pterigóideo lateral inferior
origem: lâmina laterall do processo pterigóideo
inserção: processo coronóide
função: bilateral protrai (junto com o digástrico, abaixa) e unilateral faz movimento de um dos lados
Digástrico
origem:incisura mastóidea
inserção: fossa digástrica, um tendão ao osso hióide
inervação: ventre anterior(nervo milo-hioide, ramo do alveolar inferior que é ramo do trigêmo), ventre posterior( nervo facial)
função: retrai e junto com os ptergióideos laterais abaixa a mandíbula.
referência:
madeira-cruz-anatomia da face- ed. savier 2010
MÚSCULOS DA EXPRESSÃO FACIAL
FUNÇÃO: fonação, mastigação, alimentação e piscar dos olhos.
Observação: Não possuem fáscia, e são inseridos em cútis ou epiderme (e também na mucosa). São considerados cuticulares.
Produzem depressões em forma de linha perpendiculares fibras dos músculos. Com o tempo serão pregas ou rugas.
Só um deles é constritor de lábios: Orbicular da boca.
Nervo motor: Nervo Facial.
Occiptofrontal
origem: aponeurose epicraniana
inserção: pele do supercílio,
função: puxa a pele da fronte para cima
expressão: surpresa
Corrugador do supercílio
origem: margem supra-orbital do frontal
inserção: pele da extremidade lateral do supercílio
função:puxa o supercílio medialmente
expressão: reflexão/concentração
Orbicular do Olho
origem: quase todo cutâneo, ligamentos palpebrais, lacrimal e maxila
inserção:pálpebra e pele periorbital
função: fecha pálpebras e as comprime contra o olho
expressão: atenção, reflexão e surpresa
Levantador do ângulo da boca
origem: fossa canina da maxila
inserção: ângulo da boca
função: levanta o ângulo
expressão: sorriso
Levantador do lábio superior e asa do nariz
origem:processo frontal da maxila
inserção: asa do nariz e lábio superior
função: levanta lábio superior e asa do nariz(dilata narina)
Levantador do lábio superior
origem:margem infra-orbital
inserção: lábio superior
função:levanta o lábio superior
Orbicular da boca
origem: quase todo cutâneo, fóveas incisivas da maxila e mandíbula.
inserção: pele e mucosa dos lábios, septo nasal
função: comprime lábios contra os dentes, fecha a boca, protrai os lábios.
Zigomático menor
origem: osso zigomático
inserção: lábio superior
função: levanta o lábio superior
Zigomático maior
origem:osso zigomático
inserção: ângulo da boca
função: levanta e retrai o ângulo da boca
Risório
origem: pele da bochecha e fáscia massetérica,
inserção: ângulo da boca
função: retrai o ângulo da boca
Bucinador
origem: ligamento pterigomandibular, processos alveolares na região de molar
inserção: ângulo da boca
função: distende as bochechas e a comprime de encontro aos dentes, retrai o ângulo da boca.
Abaixador do ângulo da boca
origem: base da mandíbula (da região molar ao tubérculo mentoniano)
inserção: ângulo da boca
função: abaixa o Ângulo da boca
Abaixador do lábio inferior
origem: acima da origem do depressor do ângulo
inserção:lábio inferior
função: abaixa o lábio inferior
Mentoniano
origem: fossa mentoniana acima do tubérculo mentoniano
inserção: pele do mento
função: enruga pele do mento, everte o lábio inferior (de dentro para fora).
referência : Madeira-cruz-anatomia da face-Ed. Savier 2010
FUNÇÃO: fonação, mastigação, alimentação e piscar dos olhos.
Observação: Não possuem fáscia, e são inseridos em cútis ou epiderme (e também na mucosa). São considerados cuticulares.
Produzem depressões em forma de linha perpendiculares fibras dos músculos. Com o tempo serão pregas ou rugas.
Só um deles é constritor de lábios: Orbicular da boca.
Nervo motor: Nervo Facial.
Occiptofrontal
origem: aponeurose epicraniana
inserção: pele do supercílio,
função: puxa a pele da fronte para cima
expressão: surpresa
Corrugador do supercílio
origem: margem supra-orbital do frontal
inserção: pele da extremidade lateral do supercílio
função:puxa o supercílio medialmente
expressão: reflexão/concentração
Orbicular do Olho
origem: quase todo cutâneo, ligamentos palpebrais, lacrimal e maxila
inserção:pálpebra e pele periorbital
função: fecha pálpebras e as comprime contra o olho
expressão: atenção, reflexão e surpresa
Levantador do ângulo da boca
origem: fossa canina da maxila
inserção: ângulo da boca
função: levanta o ângulo
expressão: sorriso
Levantador do lábio superior e asa do nariz
origem:processo frontal da maxila
inserção: asa do nariz e lábio superior
função: levanta lábio superior e asa do nariz(dilata narina)
Levantador do lábio superior
origem:margem infra-orbital
inserção: lábio superior
função:levanta o lábio superior
Orbicular da boca
origem: quase todo cutâneo, fóveas incisivas da maxila e mandíbula.
inserção: pele e mucosa dos lábios, septo nasal
função: comprime lábios contra os dentes, fecha a boca, protrai os lábios.
Zigomático menor
origem: osso zigomático
inserção: lábio superior
função: levanta o lábio superior
Zigomático maior
origem:osso zigomático
inserção: ângulo da boca
função: levanta e retrai o ângulo da boca
Risório
origem: pele da bochecha e fáscia massetérica,
inserção: ângulo da boca
função: retrai o ângulo da boca
Bucinador
origem: ligamento pterigomandibular, processos alveolares na região de molar
inserção: ângulo da boca
função: distende as bochechas e a comprime de encontro aos dentes, retrai o ângulo da boca.
Abaixador do ângulo da boca
origem: base da mandíbula (da região molar ao tubérculo mentoniano)
inserção: ângulo da boca
função: abaixa o Ângulo da boca
Abaixador do lábio inferior
origem: acima da origem do depressor do ângulo
inserção:lábio inferior
função: abaixa o lábio inferior
Mentoniano
origem: fossa mentoniana acima do tubérculo mentoniano
inserção: pele do mento
função: enruga pele do mento, everte o lábio inferior (de dentro para fora).
referência : Madeira-cruz-anatomia da face-Ed. Savier 2010
Observações interessantes sobre os ossos do crânio
1- área da fossa temporal, é a mais delgada do neurocrânio. Artéria meníngea média passa em suas imediações(por dentro), e casos de fratura associados com injúria desse vaso são comuns.
2- O arco zigomático e o osso zigomático frequentemente sofrem fraturas em acidentes. As disjunções (afundamento) do zigomático, ao nível das suas três suturas com os ossos frontal, maxila e temporal, são comum de lesão desse osso. Quando a fratura compromete o soalho da órbita, o bulbo ocular cai para um nível mais baixo, com consequente diplopia.
3- Síndrome de Eagle.
4- Extração do terceiro molar. a tuberosidade da maxila e o hâmulo pterigóideo ficam ameaçados. A tuberosidade fica mais propícia ao erro do dentista, quando esta se torna oca devido ao aumento do seio maxilar. O pior acontece quando alcança o hâmulo pterigóideo, neste caso o músculo tensor do véu palatino fica sem suporte e o palato mole perde poder de enrijecimento no lado correspondente. Essa "queda" do palato pode levar à disfonia e à disfagia.
5- Tóro palatino
6-Seios paranasais protegem os olhos e cérebro do ar frio.
REFERÈNCIA: MADEIRA-CRUZ-ANATOMIA DA FACE- ED. SAVIER 2010
1- área da fossa temporal, é a mais delgada do neurocrânio. Artéria meníngea média passa em suas imediações(por dentro), e casos de fratura associados com injúria desse vaso são comuns.
2- O arco zigomático e o osso zigomático frequentemente sofrem fraturas em acidentes. As disjunções (afundamento) do zigomático, ao nível das suas três suturas com os ossos frontal, maxila e temporal, são comum de lesão desse osso. Quando a fratura compromete o soalho da órbita, o bulbo ocular cai para um nível mais baixo, com consequente diplopia.
3- Síndrome de Eagle.
4- Extração do terceiro molar. a tuberosidade da maxila e o hâmulo pterigóideo ficam ameaçados. A tuberosidade fica mais propícia ao erro do dentista, quando esta se torna oca devido ao aumento do seio maxilar. O pior acontece quando alcança o hâmulo pterigóideo, neste caso o músculo tensor do véu palatino fica sem suporte e o palato mole perde poder de enrijecimento no lado correspondente. Essa "queda" do palato pode levar à disfonia e à disfagia.
5- Tóro palatino
6-Seios paranasais protegem os olhos e cérebro do ar frio.
REFERÈNCIA: MADEIRA-CRUZ-ANATOMIA DA FACE- ED. SAVIER 2010
domingo, 20 de dezembro de 2015
Unidade anátomo funcional do organismo, estruturas de face, cabeça e pescoço, origem variada dos tecidos, agem harmoniosamente na realização de várias tarefas funcionais.
Funções: Mastigação, deglutição, fonação, respiração, estética, equilíbrio psico-social, registro de sensações, comunicação dos sentimentos através da mímica, função sensitiva e motora.
Constituição
LÁBIOS
DENTES
MAXILA E MANDÍBULA
GLÂNDULAS SALIVARES
LÍNGUA -> Todos interligados e relacionados.
BOCHECHAS
SUPRIMENTO NERVOSO E VASCULAR
ATM
Anatomia óssea se divide em Neurocrânio e Viscerocrânio
Neurocrânio são 8 ossos: Frontal, Parietal(par), Temporal(par), Occipital, Esfenóide e Etmóide os quais fornecem um invólucro para o cérebro e as menínges encefálicas, partes proximais dos nervos cranianos e vasos sanguíneos. ( ossículos da audição também fazem parte).
Viscerocrânio ou Esqueleto da Face são 14 ossos: Mandíbula, Maxila(par), Vômer, Zigomático(par), Palatino(par), Nasal(par), Lacrimal(par), Concha Nasal Inferior(par).
Consiste em ossos que circundam a boca e o nariz, contribuem para as órbitas.
Anterior e relacionado ao sistema digestório e respiratório
Osso hióide/ face/ crânio = subdivisão do esqueleto cefálico
Osso Frontal
Osso plano, ímpar, mediano e anterior
Localiza-se na fronte
Fechamento na frente da cavidade craniana
Articula com osso parietal, nasal, etmoide, esfenóide, maxila e zigomático,
Forame ou incisura supra orbital- margem em cima do olho
Margem supra orbital
Arco superciliar- local de sobrancelha
Cavidade orbitária- onde fica o olho
Seio frontal - posterior ao arco supercílio (Pneumático) - Infecções graves, tumores e fraturas podem alterar a forma desses seios.
Forame Supra Orbital -Passa nervo, artéria e veia orbital superior
Osso Etmóide:
Osso irregular, anterior, inferior, plano, mediano. Situa-se na base do crânio. Está entre as partes orbitárias do osso frontal, anterior ao esfenóide, participa na formação da cavidade nasal, das órbitas e da fossa craniana anterior, articula-se com o esfenóide, frontal, maxila, lacrimal, palatino, concha nasal inferior e superior, vômer.
Crista etmoidal ou crista galli
Lâmina perpendicular
Lâmina cribriforme
Lâmina orbital
Nervo Olfatório (I): Passa pela depressão da lâmina cribriforme
Esfenóide
Osso irregular, inferior, ímpar e mediano. Situa-se na base do crânio. Constituindo de: corpo, asa maior, asa menor e processos pterigóides.
Articula-se com frontal, occipital, etmóide, vômer, temporal, parietal, zigomático, palatino e conchas esfenoidais.
Forames:
Redondo- nervo maxilar v2 do nervo trigêmeo
Oval- nervo mandibular v3 do nervo trigêmeo
Espinhoso- artéria meníngea média e um ramo do nervo mandibular
Canal Óptico- nervo óptico(II) e artéria oftálmica ramo da carótida interna
Fossa hipofisial ou sela turca- onde se localiza e protege a glândula hipófise
Sulco carótico- artéria carótida interna
Processo clinoide posterior
Processo clinoide anterior
Crista esfenoidal
Processo Pterigóideo
Fossa escafóidea- fixa o músculo extensor do véu palatino
Fossa pterigóidea- fixa o músculo pterigóideo medial
Lâmina medial- fixa o músculo mastigatório
Lâmina lateral- fixa o músculo pterigóideo lateral
Hâmulo pterigóideo
Fissura Orbital Superior- Comunica a cavidade orbitária com a fossa craniana média, passa veia oftálmica superior e inferior, nervo III (oculomotor) e IV (troclear), VI (abducente) e nervo oftálmico (v1 do nervo trigêmeo).
Temporal
Osso irregular situado na base e no lado do crânio. É um osso bilateral ou par. Dividi-se nas partes:
Escamosa
Petrosa( órgão vestíbulo-coclear)
Timpânica (ossículos da audição)
Articula-se com os ossos frontal, parietal, occipital, esfenóide, zigomático, mandíbula (através da articulação têmporo-mandibular).
Parte escamosa:
Processo zigomático
Fossa mandibular- articula-se com o processo condilar, estabiliza a mandíbula no repouso
Tubérculo articular- estabiliza a mandíbula no movimento
Tubérculo retro-articular- evita pressão na orelha externa
Parte timpânica
Meato acústico externo-buraco envoltório do tímpano onde entra onda sonora.
Parte Petrosa:
Processo estilóide
Forame estilo-mastóideo- nervo facial (VII)
Processo mastóide
Meato acústico interno: Nervo VII (facial) e VII (vestíbulo-coclear), e veia labiríntica
Canal Carótico- passa a carótida interna e o plexo nervoso carótido
Fossa jugular- aloja o bulbo da veia jugular interna
Fissura Petrotimpânica- Nervo Corda do tímpano e ligamento anterior do martelo. Informação do paladar da ponta da língua.
Função dos processos
Zigomático: Músculo masseter
Mastóideo: músculo esternocleidomastóideo
Estilóide: Ligamento estilóide, estilomandibular, estilo-faríngeo. estiloglosso
Occipital
Comunica-se com parietal, temporal e esfenóide
Divide-se em partes:
Escamosa - fossa cerebral
Basilar (forame magno)- fossa cerebelar
Forame Magno- Dá passagem à medula oblonga e suas membranas, líquor, nervo, artéria e veia, passa a vertebral, raiz espinhal do nervo acessório.
Sulco para o seio transverso - separa as fossas
Canal do hipoglosso - nervo XII
Côndilo Occipital - Articula vértebra C1-Atlas
Víscerocrânio
Maxila
Osso plano e irregular, corpo
Forame infra-orbitário- vasos e nervos infra orbitários
Seio Maxilar- grande cavidade piramidal dentro do corpo.
Processos da maxila:
Frontal
zigomático
alveolar
Palatino
Articula-se com: Frontal, etmóide, nasal, zigomático, concha nasal inferior, lacrimal, palatino, vômer e maxila do lado oposto.
Forame incisivo- n.a.v. nasopalatino
Forame palatino maior- n.a.v. palatino anterior
Forame palatino menor- n.a.v. palatino posterior
Sutura palatina mediana- união do palato direito e esquerdo
Septo interalveolar- separa dente
Septo interradicular- separa os dentes( raiz)
Alvéolo- osso que insere o dente
Lâmina horizontal
Fossa canina- fixa o m. levantador do ângulo bucal
Espinha nasal anterior- em baixo do nariz
Crista Alveolar
Osso Palatino + Vômer formam o septo nasal ósseo
Partes do osso palatino:
Lâmina horizontal
processo piramidal
Lâmina vertical
Forames palatinos anteriores e posteriores
Espinha nasal posterior
Articula-se com: maxila, esfenoide, etmoide, vômer, concha nasal inferior e osso palatino do lado oposto.
Zigomático
Forma parte da parede lateral e soalho da órbita
É um osso par e irregular
Processo frontal- articula-se com frontal
Processo maxilar- articula-se com maxila
Processo temporal- articula-se com temporal
Forame zigomático facial - n.a.v. zigomático facial
Forame zigomático orbital.
Mandíbula
Osso ímpar e morfologia em letra u
Divide em: ramo e corpo
No ramo superior (cabeça da mandíbula)
Processo condilar
Processo coronoide
Incisura mandibular
Ângulo da mandíbula
tuberosidade massetérica- músculo masseter
Protuberância mentual
Tubérculo mentual
Linha oblíqua - perto do 3º molar de fora- fixa o m. bucinador
Linha milo-hióidea de dentro com uma tuberosidade chamada tórus - essa linha fixa o músculo milo-hióideo.
Forame mentual- n.a.v mentual
Forame da mandíbula- n.a.v. alveolar inferior
Forame cego- entra artéria e veia para nutrir o osso.
Língula(do lado do forame da mandíbula) protege o nervo e fixa o ligamento esfenomandibular
Fossa sublingual- aloja a glândula sublingual
Fossa submandibular- aloja a glândula submandibular
Fossa digástrica- fixa o m. digástrico
Fossa submandibular encontra-se a espinha geniana superior e inferior (fixa o m. gênioglosso e hióideo)
Crista temporal- fixa o m, temporal
Trígono retro molar -n. a. v bucal
sábado, 7 de novembro de 2015
Aula Periodontia – Paula do dia 06/10/2015
DIAGNÓSTICO PERIODONTAL
Vai ser a base para o encaminhamento. Avaliar de forma cuidadosa.
Interproximal e Periapical para verificar a cárie.
Anamnese
Com queixa principal do jeito que o paciente falar.
História da doença atual – Deis do início até o estágio atual. História médica(se é cardiopata, se vai fazer cirurgia e teve complicação alérgica, febre reumática).
História pessoal (família)
História social (hábitos de vida)
Exame clínico extra-oral(cabeça e pescoço) e intra-oral (lesões cancerígenas podem ser diagnosticadas no estágio inicial).
Não atender PACIENTE com fase ativa de Herpes.
Exames Complementares, exame radiográfico.
SONDAS PERIODONTAIS
SONDA OMS> PSR(GENGIVITE OU PERIODONTITE) E IG(ÍNDICE GENGIVAL)
SONDA MILIMETRADA E WILLIANS> PERIOGRAMA(MEDIDAS DO PERIOGRAMA)
SONDA DE NABERS> LESÃO DE FURCA NO PERIOGRAMA
SONDA OMS
BOLINHA ESFÉRICA(IMPEDIR AO ENTRAR NOS TECIDOS MOLES, ESSA SONDA DILACERE OS TECIDOS) ATÉ 0,5 MM
TARJA PRETA(3,5 – SE A TARJA ESTIVER PARCIALMENTE OU TOTALMENTE ENCOBERTA SERÁ PERIODONTITE)
FINAL DA TARJA PRETA- 5,5
E NA CURVA 8,5 E 11,5
SONDA DE WILLIANS(ELA É MAIS PERPENDICULAR) NÃO TEM NÚMEROS METADES. EXAME COMPLEMENTAR AO PACIENTE QUE JÁ TEM PERDA DE INSERÇÃO
NÃO TEM BOLINHA ESFÉRICA
1 A 3 MM
PULA PRO 5, 7, 8 , 9 E 10 MM
TAMPAR A TARJA PRETA SEMPRE VAI SER 4 MM!
SE VÊ A PERDA DE INSERÇÃO
MAIOR OU IGUAL A 4 MM É PERDA DE DE INSERÇÃO.
COLOCAR A SONDA CIRCUNFERENCIAL AO TECIDO GENGIVAL, PERPENDICULAR AO LONGO EIXO DO DENTE;
SONDA DE NABERS: LESÃO DE FURCA;
NÃO FAZ PROFILAXIA ANTES DE FAZER O EXAME PERIODONTAL, PORQUE AVALIA A QUANTIDADE DE PLACA. NO PERIOGRAMA NÃO FAZ DIFERENÇA.
OBSERVAR QUANDO QUE O PACIENTE TEM GENGIVITE, E PERIODONTITE.
GENGIVITE
INFLAMAÇÃO
PAPILA SEM BIZEL
SEM CONTORNO PARABÓLICO
TEM QUE SONDAR, NÃO BASTA SÓ OLHAR.
ÍNDICE DE BIOFILME E PLACA
CONDIÇOES DA GENGIVA
CONDIÇÃO DE PERIODONTO
ANOTAÇÕES NA FICHA CLÍNICA
MOTIVAR O PACIENTE EM RELAÇÃO A TÉCNICA DE ESCOVAÇÃO, QUANTIDADE X QUALIDADE, MOTIVAÇÃO!
TÁRTATO EM INCISIVOS INFERIORES, E PRIMEIROS MOLARES NA VESTIBULAR SUPERIORES. PLACA OU BIOFILME, EM CERVICAIS, INTERPROXIMAIS, SULCOS.
CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS:
PRIMEIRO SINAL: SANGRAMENTO à SONDAGEM(SEMPRE TERÁ DOENÇA GENGIVAL NAQUELE MOMENTO) SE O SANGRAMENTO NÃO DIMINUIR, CONTINUA COM INFLAMAÇÃO.
COR, TEXTURA, FORMA DOS TECIDOS MOLES INDICA A QUALIDADE DELES.
HIPERPLASIA> CÁLCULO CAUSANDO ESSA INFLAMAÇÃO.
EXAME CLÍNICO
AVALIAR SE O PACIENTE TEM PLACA, SE TEM OU NÃO SANGRAMENTO, QUANTIDADE DO SANGUE, SE TEM OU NÃO PERDA DE INSERÇÃO, SE EXISTE MOBILIDADE, OU RECESSÃO GENGIVAL.
O PRIMEIRO EXAME É O ÍNDICE DE PLACA> PRESENÇA DE BIOFILME, QUAL REGIÃO QUE O PACIENTE TEM MAIOR QUANTIDADE DE BIOFILME. VER SE TEM RETENÇÃO DE BIOFILME E PREJUDICA A HIGIENIZAÇÃO DO PACIENTE. SECA A BOCA DO PACIENTE, COLOCA UM EVIDENCIADOR DE PLACA(LÍQUIDO OU COMPRIMIDO) O PACIENTE FAZ BOCEJO. LOCAIS FICAM ROXO SÃO LOCAIS QUE TEM PLACA. LOCAIS DE FACES CORADAS DE CADA DENTE, E DIVIDE PELO NÚMERO DE FACES PRESENTES( SE FOR DOIS DENTES, 8 FACES PRESENTES) . E COLOCAR EM PORCENTAGEM.
NUMERO DE DENTES X 4 X 100= PORCENTAGEM. CALCULA O IG.
ÍNDICE GENGIVAL(NÃO DETERMINA DOENÇA, SÓ SANGRAMENTO): AVALIA A INFLAMAÇÃO, AVALIANDO O SANGRAMENTO.
SONDAGEM DELICADA. ENTRAR E SAIR. NÚMERO DE FACES SANGRANTES DIVIDIDO PELO NUMERO DE FACES
NÚMERO DE FACES SANGRANTES X 4 ESTÁ PARA 100 %
NUMERO DE FACES SANGRANTES ESTÁ PARA X.
NÚMERO QUE ESTÁ NA BOCA X 4- 100
FACES SANGRANTES-X
PERIODONTITE TRANSVERSAL, AGRESSIVA GENERALIZADA -> SEM SANGRAMENTO, INCISIVO INF, MOLAR SUPERIOR E MAIS DOIS DENTES DIFERENTES DESSES.
SANGRAMENTO À SONDAGEM -> FAZ PARTE DO IG. COMEÇA O SANGRAMENTO APÓS 30 A 60 SEGUNDOS, OU IMEDIATAMENTE APÓS A SONDAGEM. SANGRAMENTO LEVE OU ACENTUADO. POR MENOR QUE SEJA O SANGRAMENTO COLOCAR NO IG. MOVIMENTO LATERAL A SONDA, E PARALELO AO LONGO EIXO DO DENTE. A FUNÇÃO É VERIFICAR SE TME OU NÃO SANGRAMENTO À SONDAGEM, PARA VERIFICAR SANGRAMENTO ATIVO. SE TIVER ALGUMA ALTERAÇÃO QUE INDICA ISSO, E PODE INTERVIR PARA DIMINUIR ISSO. SE TEM SANGRAMENTO, TEM INFLAMAÇÃO. PRECISA DE TRATAMENTO. PODE ATÉ SER PROFILAXIA. A TENDÊNCIA DESSE PROCESSO É ACENTUAR. NÃO TEM DOR.
PSR (SIMPLIFICADO PARA IDENTIFICAR O PERFIL DO NOSSO PACIENTE, PERIODONTITE MAIS AGRESSIVO) – PERIOGRAMA É MAIS COMPLETO. VAI AVALIAR SE O PACIENTE TEM OU NÃO SANGRAMENTO, RETENTORES DE PLACA. ENTRE 0 E 4. O AGRAVANTE É O ASTERISCO. 0*,1*,2*,3* E 4*. VERIFICAR AS FACES, E MARCAR O PIOR REGISTRO EM CADA SEXTANTE. O DENTE.
DIAGNÓSTICO PERIODONTAL
Vai ser a base para o encaminhamento. Avaliar de forma cuidadosa.
Interproximal e Periapical para verificar a cárie.
Anamnese
Com queixa principal do jeito que o paciente falar.
História da doença atual – Deis do início até o estágio atual. História médica(se é cardiopata, se vai fazer cirurgia e teve complicação alérgica, febre reumática).
História pessoal (família)
História social (hábitos de vida)
Exame clínico extra-oral(cabeça e pescoço) e intra-oral (lesões cancerígenas podem ser diagnosticadas no estágio inicial).
Não atender PACIENTE com fase ativa de Herpes.
Exames Complementares, exame radiográfico.
SONDAS PERIODONTAIS
SONDA OMS> PSR(GENGIVITE OU PERIODONTITE) E IG(ÍNDICE GENGIVAL)
SONDA MILIMETRADA E WILLIANS> PERIOGRAMA(MEDIDAS DO PERIOGRAMA)
SONDA DE NABERS> LESÃO DE FURCA NO PERIOGRAMA
SONDA OMS
BOLINHA ESFÉRICA(IMPEDIR AO ENTRAR NOS TECIDOS MOLES, ESSA SONDA DILACERE OS TECIDOS) ATÉ 0,5 MM
TARJA PRETA(3,5 – SE A TARJA ESTIVER PARCIALMENTE OU TOTALMENTE ENCOBERTA SERÁ PERIODONTITE)
FINAL DA TARJA PRETA- 5,5
E NA CURVA 8,5 E 11,5
SONDA DE WILLIANS(ELA É MAIS PERPENDICULAR) NÃO TEM NÚMEROS METADES. EXAME COMPLEMENTAR AO PACIENTE QUE JÁ TEM PERDA DE INSERÇÃO
NÃO TEM BOLINHA ESFÉRICA
1 A 3 MM
PULA PRO 5, 7, 8 , 9 E 10 MM
TAMPAR A TARJA PRETA SEMPRE VAI SER 4 MM!
SE VÊ A PERDA DE INSERÇÃO
MAIOR OU IGUAL A 4 MM É PERDA DE DE INSERÇÃO.
COLOCAR A SONDA CIRCUNFERENCIAL AO TECIDO GENGIVAL, PERPENDICULAR AO LONGO EIXO DO DENTE;
SONDA DE NABERS: LESÃO DE FURCA;
NÃO FAZ PROFILAXIA ANTES DE FAZER O EXAME PERIODONTAL, PORQUE AVALIA A QUANTIDADE DE PLACA. NO PERIOGRAMA NÃO FAZ DIFERENÇA.
OBSERVAR QUANDO QUE O PACIENTE TEM GENGIVITE, E PERIODONTITE.
GENGIVITE
INFLAMAÇÃO
PAPILA SEM BIZEL
SEM CONTORNO PARABÓLICO
TEM QUE SONDAR, NÃO BASTA SÓ OLHAR.
ÍNDICE DE BIOFILME E PLACA
CONDIÇOES DA GENGIVA
CONDIÇÃO DE PERIODONTO
ANOTAÇÕES NA FICHA CLÍNICA
MOTIVAR O PACIENTE EM RELAÇÃO A TÉCNICA DE ESCOVAÇÃO, QUANTIDADE X QUALIDADE, MOTIVAÇÃO!
TÁRTATO EM INCISIVOS INFERIORES, E PRIMEIROS MOLARES NA VESTIBULAR SUPERIORES. PLACA OU BIOFILME, EM CERVICAIS, INTERPROXIMAIS, SULCOS.
CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS:
PRIMEIRO SINAL: SANGRAMENTO à SONDAGEM(SEMPRE TERÁ DOENÇA GENGIVAL NAQUELE MOMENTO) SE O SANGRAMENTO NÃO DIMINUIR, CONTINUA COM INFLAMAÇÃO.
COR, TEXTURA, FORMA DOS TECIDOS MOLES INDICA A QUALIDADE DELES.
HIPERPLASIA> CÁLCULO CAUSANDO ESSA INFLAMAÇÃO.
EXAME CLÍNICO
AVALIAR SE O PACIENTE TEM PLACA, SE TEM OU NÃO SANGRAMENTO, QUANTIDADE DO SANGUE, SE TEM OU NÃO PERDA DE INSERÇÃO, SE EXISTE MOBILIDADE, OU RECESSÃO GENGIVAL.
O PRIMEIRO EXAME É O ÍNDICE DE PLACA> PRESENÇA DE BIOFILME, QUAL REGIÃO QUE O PACIENTE TEM MAIOR QUANTIDADE DE BIOFILME. VER SE TEM RETENÇÃO DE BIOFILME E PREJUDICA A HIGIENIZAÇÃO DO PACIENTE. SECA A BOCA DO PACIENTE, COLOCA UM EVIDENCIADOR DE PLACA(LÍQUIDO OU COMPRIMIDO) O PACIENTE FAZ BOCEJO. LOCAIS FICAM ROXO SÃO LOCAIS QUE TEM PLACA. LOCAIS DE FACES CORADAS DE CADA DENTE, E DIVIDE PELO NÚMERO DE FACES PRESENTES( SE FOR DOIS DENTES, 8 FACES PRESENTES) . E COLOCAR EM PORCENTAGEM.
NUMERO DE DENTES X 4 X 100= PORCENTAGEM. CALCULA O IG.
ÍNDICE GENGIVAL(NÃO DETERMINA DOENÇA, SÓ SANGRAMENTO): AVALIA A INFLAMAÇÃO, AVALIANDO O SANGRAMENTO.
SONDAGEM DELICADA. ENTRAR E SAIR. NÚMERO DE FACES SANGRANTES DIVIDIDO PELO NUMERO DE FACES
NÚMERO DE FACES SANGRANTES X 4 ESTÁ PARA 100 %
NUMERO DE FACES SANGRANTES ESTÁ PARA X.
NÚMERO QUE ESTÁ NA BOCA X 4- 100
FACES SANGRANTES-X
PERIODONTITE TRANSVERSAL, AGRESSIVA GENERALIZADA -> SEM SANGRAMENTO, INCISIVO INF, MOLAR SUPERIOR E MAIS DOIS DENTES DIFERENTES DESSES.
SANGRAMENTO À SONDAGEM -> FAZ PARTE DO IG. COMEÇA O SANGRAMENTO APÓS 30 A 60 SEGUNDOS, OU IMEDIATAMENTE APÓS A SONDAGEM. SANGRAMENTO LEVE OU ACENTUADO. POR MENOR QUE SEJA O SANGRAMENTO COLOCAR NO IG. MOVIMENTO LATERAL A SONDA, E PARALELO AO LONGO EIXO DO DENTE. A FUNÇÃO É VERIFICAR SE TME OU NÃO SANGRAMENTO À SONDAGEM, PARA VERIFICAR SANGRAMENTO ATIVO. SE TIVER ALGUMA ALTERAÇÃO QUE INDICA ISSO, E PODE INTERVIR PARA DIMINUIR ISSO. SE TEM SANGRAMENTO, TEM INFLAMAÇÃO. PRECISA DE TRATAMENTO. PODE ATÉ SER PROFILAXIA. A TENDÊNCIA DESSE PROCESSO É ACENTUAR. NÃO TEM DOR.
PSR (SIMPLIFICADO PARA IDENTIFICAR O PERFIL DO NOSSO PACIENTE, PERIODONTITE MAIS AGRESSIVO) – PERIOGRAMA É MAIS COMPLETO. VAI AVALIAR SE O PACIENTE TEM OU NÃO SANGRAMENTO, RETENTORES DE PLACA. ENTRE 0 E 4. O AGRAVANTE É O ASTERISCO. 0*,1*,2*,3* E 4*. VERIFICAR AS FACES, E MARCAR O PIOR REGISTRO EM CADA SEXTANTE. O DENTE.
SONDA OMS>
SEXTANTES NO SENTIDO HORÁRIO. SONDANDO AS QUATRO FACES. O ASTERISCO É FATOR AGRAVANTE, O QUE DETERMINA É O NÚMERO.
CÓDIGO 0 DO PSR
NEM SANGRAMENTO E NEM RETENTOR DE PLACA, SEM SANGRAMENTO, SEM PERDA ÓSSEA. INSTRUÇÃO DE HIGIENE ORAL E PROFILAXIA SÃO AS CONDUTAS. EXEMPLO DE RETENTORES DE PLACA: TÁRTARO, AP ORTODONTICO, APINHAMENTO DENTÁRIO, DENTE GIROVERTIDO, CAV ABERTA OU LESÃO DE CÁRIE, RAIZ RESIDUAL, RESTAURAÇÕES CLASSE V, II, III E I PROX A MARGEM GENGIVAL, PRÓTESE.
CÓDIGO 01- TEM SANGRAMENTO NA SONDAGEM, SEM RETENTOR DE PLACA, INTRUÇÃO DE HIGIENE ORAL E PROFILAXIA.
CÓDIGO 02- SANGRAMENTO ESTÁ OU NÃO PRESENTE, AGENTES RETENTORES DE PLACA. CONDUTAS SERÁ INSTRUÇÃO DE HIGIENE ORAL, PROFILAXIA, RASPAGEM CORONO-RADICULAR(SÓ SE ESTIVER CÁLCULO) E ADEQUAÇÃO. FAZER UM POLIMENTO.
CÓDIGO 03- PARTE DA SONDA ESTÁ PARCIALMENTE ENCOBERTA, ENTÃO TEM PERDA DE INSERÇÃO, INTRUÇÃO DE HO, PERIOGRAMA, RASPAGEM, ADEQUAÇÃO, PERIOGRAMA, RASPAGEM CORONO RADICULAR, PROFILAXIA, RAIO X. SONDA DE 3,5 A 5 MM.
CÓDIGO 04- PARTE DA SONDA ESTÁ TOTALMENTE, A PARTIR DO 5,5 MM. O MESMO DO CÓDIGO 3 MAIS CIRURGIA.
CÓDIGO ASTERISCO- FATOR AGRAVANTE, GRAU DE MOBILIDADE, PRESENÇA DE FURCA E SE EXISTE RECESSÃO GENGIVAL MAIOR OU IGUAL A 3 MM. COLOCAR O MOTIVO DO ASTERISCO.
EXAME PERIOGRAMA COM SONDA MILIMETRADA.
DADOS DESSE EXAME->
PROFUNDIDADE DE SONDAGEM- SONDA PARALELA AO LONGO EIXO, DA MARGEM GENGIVAL ATÉ O FUNDO DA BOLSA, FAZ EM TRÊS FACES.
ERROS MAIS COMUNS NESSA SONDAGEM: COM DIÂMETRO MAIS LARGA, COM DIFICULDADE DE ENTRAR NO SULCO, SONDA INCLINADA, A PRESSÃO APLICADA AO INSTRUMENTO ENTRANDO ALÉM DO QUE ERA, QNT DE EXSUDATO E CÉLULAS INFLAMATÓRIAS. DEVEM SER MINIMIZADOS.
COMO EVITAR ESSES ERROS:
INSTRUMENTO ADEQUADO, PRESSÃO EQUILIBRADA. ESSA SONDAGEM VAI SOFRER ALTERAÇÃO PORQUE NÃO TEM COMO CONTROLAR A MÃO DE CADA OPERADOR.
RECESSÃO OU RETRAÇÃO GENGIVAL: DA JAD ATÉ MARGEM GENGIVAL. COLOCA NO COLO DO DENTE E MARCA NA SONDA.
NÍVEL CLÍNICO DE INSERÇÃO-> DA JCE ATÉ O FUNDO DA BOLSA. NÃO ESTÁ INFLUENCIADO PELA MARGEM GENGIVAL, MAIS CONFIÁVEL AVALIAÇÃO DO PACIENTE DE RESPOSTA POSITIVA DO TRATAMENTO.
A PROFUNDIDADE DE SONDAGEM É A DISTÂNCIA DA MARGEM GENGIVAL, ATÉ O FUNDO DA BOLSA. A RECESSÃO É DA JCE ATÉ A MARGEM GENGIVAL. O NÍVEL DE INSERÇÃO É A SOMA DOS DOIS.
MOBILIDADE: DENTE MOVIMENTO EM RELAÇÃO AO ARCO, TRÊS GRAUS. VESTIBULO-LINGUAL DE ATÉ 1 MM, VESTIBULO-LINGUAL MAIOR QUE 1 MM E NO GRAU 3 É NA VERTICAL. SE FOR DE TRAUMA DE OCLUSÃO NÃO PRECISA INTERVIR, SÓ ACOMPANHAR. PODE OLHAR COM O CABO DE ESPELHO E VERIFICAR O MOVIMENTO DO DENTE EM RELAÇÃO AOS DENTES DO ARCO.
INFLUêNCIA DESSA MOBILIDADE:
A QUANTIDADE E DIMINUIÇÃO DA FURCA
EXTENSÃO E FORMA DAS RAIZES( MENOS RAIZES E MAIS FINAS SÃO MAIS FÁCEIS DE TER MOBILIDADE)
POSIÇÃO DO EIXO DE ROTAÇÃO DO DENTE( V VOLTADO PRA FACE DISTAL, OCLUSÃO ALTERADA DÁ SOBRECARGA NESSA REGIÃO)
ESPESSURA DOS FEIXES DE FIBRAS DO LIG PERIODONTAL( ESPAÇO E AUMENTA A MOBILIDADE DENTÁRIA)
PROPORÇÃO DE COLÁGENO MADURO.
LESÃO DE FURCA -DIAGNÓSTICO
HORIZONTAL( NABERS)
VERTICAL (MILIMETRADA)
CLASSIFICAÇÃO DAS BIFURCAÇÕES->
CLASSE I, 1/3 DA ÁREA INTERRADICULAR
CLASSE II, PASSA 1/3 MAS NÃO TODA ÁREA
CLASSE III- TODA ÁREA
AULA 06/10/2015
Aspectos radiográficos das lesões periodontais e periapicais
Sequência do processo diagnóstico
EXAME CLÍNICO(intra e extra)
EXAMES COMPLEMENTARES
CONDUTA CLÍNICA
HISTOPATOLÓGICO
DIAGNÓSTICO FINAL
NORMAL: Gengiva rosa pálida, mucosa alveolar mais vermelha,
Aspectos clínicos:
VERMELHIDÃO E SANGRAMENTO
EDEMA
DOR OU HIPERSENSIBILIDADE
HALITOSE( NÃO É SINAL)
MOBILIDADE OU MIGRAÇÃO DENTÁRIA
RETRAÇÃO GENGIVAIS
MAIORIA DAS VEZES É ASSINTOMÁTICA*
DOENÇAS PERIDONTAIS:
DOENÇAS GENGIVAIS
PERIODONTITE CRÔNICA(É ASSINTOMÁTICA E MAIS COMUM)
PERIODONTITE AGRESSIVA
PERIODONTITE COM MANIFESTAÇÕES SISTÊMICAS
DOENÇAS PERIODONTAIS NECROSANTES
ABCESSOS DO PERIODONTO
PERIODONTITE ASSOCIADA COM LESÃO ENDODÔNTICA
DESENVOLVIMENTO OU DERFORMIDADE
A PERIODONITE CRÔNICAPODE SER :
LOCALIZADA
GENERALIZADA MAIS COMUM
SEVERIDADE: PERDA DE INSERÇÃO(DEPENDE DO GRAU DE DESTRUIÇÃO DO PERIODONTO DE SUSTENTAÇÃO)
LEVE 1 OU 2 MM
MODERADA 3 OU 4 MM
SEVERA MAIOR OU IGUAL A 5 MM
EXAMES RADIOOGRÁFICOS: (GENGIVITE OU PERIODONTITE)
AUXILIA NO DIAGNÓSTICO
GUIA PARA SONDAGEM CLÍNICA
VISUALIZAR ALTERAÇÕES ÓSSEAS
CONTROLE PERIÓDICO
PERDA DE CRISTA ÓSSEA EM V E L, NÃO SE VÊ. MAS NA TOMOGRAFIA MOSTRA TDS DIMENSÕES.
PROCESSO ALVEOLAR
OSSO ALVEOLAR PROPRIAMENTE DITO: CORTICAL ALVEOLAR, CRISTAS ALVEOLARES E LÂMINA DURA(PRESENÇA DESSA CORTICAL)
OSSO ALVEOLAR DE SUPORTE: OSSO ESPONJOSO, TRABÉCULAS ÓSSEAS E ESPAÇOS MEDULARES RADIOLÚCIDOS.
REABSORÇÃO DA CRISTA ÓSSEA: PERDA DE DETALHE, PERDA DA CORTICAL E REDUÇÃO DE ALTURA. PRIMEIRO TEM O ESFUMAÇAMENTO DA CRISTA ÓSSEA ALVEOLAR. E DEPOIS REDUÇÃO DE ALTURA.
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS:
PERIAPICAIS(DENTES ANTERIORES)- TÉCNICA DO PARALELISMO
INTERPROXIMAIS POSTERIORES(PARA DENTES POSTERIORES) – SE FOR PERDA ÓSSEA MUITO GRANDE, USA AS PERIAPICAIS(SE FOR AVANÇADA).
CORTICALIZAÇÃO- 6 MESES A 1 ANO.
tártaro fica agredindo o tecido mole. Agentes irritantes como o principal. Restauração com excesso, aparelho do aparelho ortodôntico, banda ortodôntico.
PERDA ÓSSEA EM DUAS FORMAS:
HORIZONTAL (PERPENDICULAR AO LONGO EIXO DO DENTE) MAIS COMUM, LOCALIZADA.
VERTICAL OU OBLÍQUA (ANGULADA AO LONGO EIXO DO DENTE, É MAIS PERIGOSA)- FALTA UM DENTE, SOBREACARGA. FATOR LOCAL.
CONDENSAÇÃO DE OSSO, PARA REPOR A PERDA ÓSSEA. ESPAÇOS MEDULARES SOMEM E TRABÉCULAS AUMENTAM EM ESPESSURA E QUANTIDADE. OSTEÍTE CONDENSANTE.
ALGUNS PROBLEMAS É DEVIDO A TRATAMENTO ORTODÔNTICO. É ESPERADO, E CONTROLADO ATÉ O TRATAMENTO TERMINAR. SÃO REVERSÍVEIS. PRÓTESE(PODE CAUSAR TRAUMA OCLUSAL).
ASPECTOS RADIOGRÁFICOS EM DOENÇA PERIODONTAL:
OBSERVAR:
ENVOLVIMENTO ÓSSEO
PADRÃO DAS REABSORÇÕES ÓSSEAS(VERTICAL OU HORIZONTAL)
DISTRIBUIÇÃO DA PERDA ÓSSEA(LOCALIZADA OU GENERALIZADA)QUADRANTES*
EXPOSIÇÃO DA FURCA(DENTE MULTIRRADICULAR, TEM CRISTA ÓSSEA ENTRE AS RAÍZES, E TEM PERDA ÓSSEA NESSA REGIÃO NA CRISTA INTERRADICULAR)
LESÃO PERIODONTAL ESTENDENDO-SE AO PERIÁPICE(TRATAMENTO PERIODONTAL E ENDODÔNTICO)
ALTERAÇÃO DO TRABECULADO ÓSSEO(CONDENSAÇÃO DO OSSO)
NÍVEL ÓSSEO(CORTICALIZAÇÃO PRPESENTE NÃO É SINAL DE DONÇA)
ESPAÇO PERICEMENTÁRIO (ALARGAMENTO DO LIGAMENTO PERIODONTAL E É MOBILIDADE DENTÁRIA)
AGENTES IRRTANTES(APARELHO ORTODÔNTICO, CÁLCULO, RESTAURAÇÃO COM EXCESSO E MAL ADAPTADA, PRÓTESE MAL ADAPTADA, FALTA DE PONTO DE CONTATO, DENTE EXCLUÍDO).
LIMITAÇÕES RADIOGRÁFICAS:
NÃO AVALIA:
PRESENÇA DE BOLSAS PERIODONTAIS
MOBILIDADE DENTAL
MORFOLOGIA DOS DEFEITOS ÓSSEOS(V E L NÃO VÊ)
SUPERFÍCIES V E L
NÍVEL DO TECIDO MOLE
DIFERENÇA DE CASOS TRATATOS OU NÃO
MOSTRA ALTERAÇÕES MENOS GRAVES DO QUE OCORRE DE FATO(CLINICAMENTE É BEM PIOR, ACIMA DE 30% ).
DESCRIÇÃO RADIOGRÁFICOS
ASPECTOS NORMAIS:
LIGAMENTO PERIODONTAL: ESPESSURA E FORMA REGULAR
LÂMINA DURA: CONTINUIDADE, FORMA, INTEGRIDADE
OSSO ESPONJOSO: PADRÃO, TAMANHO, DENSIDADE E LIMITES
RIZOGÊNESE IMPERFEITA: ÁPICE ABERTO, PCT COM 15 ANOS, RADIOLÚCIDO NA REG DA RAIZ.
CAUSAS DAS DOENÇAS PERIODONTAIS:
CÁRIE->POLPA NECROSA, GERA TOXINAS E VÃO PARA O PERIÁPICE. A PERICEMENTITE APICAL AGUDA TEM SINTOMA DE DOR(ABCESSO PERIAPICAL-INCHAÇÃO, E DOR. E OSTEOMIELITE) E PERICEMENTITE APICAL CRÔNICA NÃO TEM DOR(GRANULOMA E CISTO).
CLASSIFICAÇÃO DAS D. PERIODONTAIS:
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAUDE OU CONSOLARO:
LESÃO PERIAPICAIS INFLAMATÓRIAS->
CAUSAS SÃO: FATORES QUÍMICOS-CÁRIE
FATORES FÍSICOS-TRAUMA
FATORES BIOLÓGICOS-MICRORGANISMOS
EVOLUÇÃO: CONDIÇÃO LOCAL(HOSP COM RESISTÊNCIA MELHOR OU NÃO), MICROBIOTA ESTABELECIDA
ASPECTO RADIOGRÁFICO: INTENSIDADE DO PROCESSO INFLAMATÓRIO, TEMPO DE DURAÇÃO DO PROCESSO INFLAMATÓRIO E CAPACIDADE ORGÂNCIA DE DEFESA(DEFESA DO HOSPEDEIRO).
IMAGENS RADIOLÚCIDAS: LISE OU DESTRUIÇÃO DO TECIDO ÓSSEO (30 OU A 50% DE PERDA ÓSSEA)
IMAGENS RADIOPACAS: AUMENTO DA DENSIDADE ÓSSEA, ESPESSAMENTO DAS TRABÉCULAS ÓSSEAS, DIMINUIÇÃO DOS ESPAÇOS MEDULARES E DESAPARECIMENTO DO ASPECTO DO OSSO ESPONJOSO.
IMAGENS MISTAS- (TRÊS FASES)IMAGENS RADIOLÚCIDAS, INCORPORAÇÃO DE MANTERIAL MINERALIZADO E PREDOMÍNIO DA RADIOPACIDADE.
ESPESSAMENTO DO PERICEMENTO APICAL>
POSSIBILIDADES: PERICEMENTITE APICAL AGUDA, ABCESSO DENTO ALVEOLAR AGUDO E TRAUMA OCLUSAL.
AUMENTO DO ESPAÇO OCUPADO PELO LIG. PERIODONTAL, NA REG. PERIAPICAL, PODENDO A LÂMINA DURA APRESENTAR-SE NORMAL, INTERROMPIDA OU ESPESSADA.
SINTOMA DE ABCESSO ALVEOLAR AGUDO: MUITA DOR, E VERMELHIDÃO
SINTOMA DE TRAUMA OCLUSAL: DÓI QND MASTIGA,
SINTOMA DE PERICEMENTITE APICAL AGUDA: NÃO TEM HISTÓRICO DE TRATAMENTO RECENTE, DENTE DÓI HÁ DUAS SEMANAS, DOR ESTÁ AUMENTANDO. POLA EM NECROSE E TOXINAS NO PERIÁPICE. NESSE CASO, SE ELA EVOLUI VAI PARA ABCESSP DENTO ALVEOLAR AGUDO. TRATAMENTO É CANAL.
ESPESSAMENTO TOTAL DO PERICEMENTO
POSSIBILIDADES: ABCESSO DENTO ALVEOLAR AGUDO, DOENÇA PERIODONTAL, TRAUMA OCLUSAL, TRACIONAMENTO ORTODÔNTICO, TRAUMA DENTÁRIA ACIDENTAL.
AUMENTO DO ESPAÇO OCUPADO PELO LIG. PERIODONTAL, EM TODA SUA EXTENSÃO, PODENDO A LÂMINA DURA APRESENTAR-SE NORMA, INTERROMPIDA OU ESPESSADA.
SINTOMAS: NÃO TEM DOR, NÃO TEVE TRAUMA ACIDENTAL, NÃO TEM MOBILIDADE. ENTÃO É TRAUMA OCLUSAL POR NÃO TER O DENTE VIZINHO.
SINTOMAS: DOR INTENSA, PURULENTA, É ABCESSO DENTO ALVEOLAR(COLEÇÃO DE EXSUDATO CONTIDO EM ALGUM LOCAL, DRENA PRA TIRAR A PRESSÃO E POR FÍSTULA QUE FAZ ISSO. E POR MEIO DO LIGAMENTO PERIODONTAL ACONTECE O ALARGAMENTO DO DENTE. QUANDO SONDA O DENTE, SAI PUS. )
SINTOMA: SE VÊ PERDA ÓSSEA, É DOENÇA PERIODONTAL
SINTOMA: SE VÊ APARELHO ORTODÔNTICO, É TRACIONAMENTO.
RAREFAÇÃO ÓSSEA DIFUSA
POSSIBILIDADES: ABCESSO DENTO ALVEOLAR CRÔNICO, ABCESSO FÊNIX (SECUNDÁRIO)
ÁREA RADIOLÚCIDA DE LIMITES INDEFINIDOS, COM TAMANHO E FORMA VARIÁVEIS.
SINTOMA: É ABCESSO, SE TEM DOR(FÊNIX É SINTOMÁTICO OU SECUNDÁRIO) OU NÃO(CRÔNICO).
ABCESSO PRIMÁRIO: DENTO ALVEOLAR AGUDO
ABCESSO SECUNDÁRIO: ROSTO INCHA, DOR INTENSA, DRENA NUMA FÍSTULA NA BOCA, TIRA E PARA A DOR, MAS NO PERIÁPICE CONTINUA. LENTO E PROGRESSIVO. DRENA A SECREÇÃO, MAS CONTINUA AGINDO.
SE NÃO CONSEGUIR DRENAR MAIS, E TER DOR DE NOVO( É FÊNIX OU SECUNDÁRIO);
NÃO SE VÊ TRABÉCULAS, E LIMITES.
RAREFAÇÃO ÓSSA DE LIMITES DEFINIDOS
POSSIBILIDADES: GRANULOMA PERIAPICAL, CISTO RADICULAR APICAL, REPARO ÓSSEO PERIAPICAL, ESTÁGIO INICIAL DE LESÕES MISTAS(DISPLASIA CEMENTÁRIA PERIAPICAL(MULHERES NEGRAS, 40 ANOS, SÓ NUM QUADRANTE), DISPLASIA CEMENTO ÓSSEA FLORIDA(VÁRIOS QUADRANTES), E CEMENTOBLASTOMA BENIGNO)
ÁREA RADIOLÚCIDA DE LIMITES DEFINIDOS COM TAMANHO E FORMA VARIÁVEIS, COM OU SEM HALO RADIOPACO(ORGANISMO TENTA SE DEFENDER, OSTEOGÊNESE REACIONAL)(PARCIAL OU TOTAL).
GRANULOMA E CISTO NÃO TEM VITALIDADE PULPAR(DENTE NECROSADO): SÓ TESTE HISTOPATOLÓGICO PARA DIFERENCIAR. VAI SER CANAL. 75% GRANULOMA. MAIS QUE 2 CM DE Diâmetro SERIA CISTO.
COM VITALIDADE PULPAR( ENTRE 30 E 40 ANOS, MULHER, RAÇA NEGRA, INCISIVOS INFERIORES) NÃO MECHER. SÃO DISPLASIAS.
REPARO EM TRATAMENTO CIRÚRGICO.
NÃO DEIXAR INFECTAR EM DISPLASIAS CEMENTÁRIAS.
LESÃO MISTA (RADIOLÚCIDA E RADIOPACA)
POSSIBILIDADES: REPARO ÓSSEO PERIAPICAL
ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO DAS LESÕES MISTAS (DISPLASIA CEMENTÁRIA PERIAPICAL, DISPLASIA CEMENTO ÓSSEA FLORIDA E CEMENTOBLASTOMA BENIGNO(1 MOLAR INFERIOR, RADIOLÚCIO COM RADIOPACO FUSIONA A RAIZ, UNE A RAIZ, COMPROMETE A VITALIDADE DO DENTE, VITALIDADE PULPAR).
RADIOPACIDADES DIFUSAS :
POSSIBILIDADE: OSTEÍTE CONDENSANTE(SEM LIMITE, É DIFUSO, ORGANISMO QUANDO RECEBE AGRESSÃO ELE TENTA RESISTIR A ISSO, PACIENTES MAIS JOVENS), PRECISA INTERVIR E TIRAR A CAUSA. PARALISA O PROCESSO E NÃO VOLTA AO QUE ERA ANTES.
RADIOPACIDADES DE LIMITES DEFINIDOS
POSSIBILIDADES: REPARO ÓSSEO PERIAPICAL, OSTEOESCLEROSE IDIOPÁTICA, ESTÁGIO FINAL DAS LESÕES MISTAS(DISPLASIA CEMENTÁRIA PERIAPICAL, DISPLASIA CEMENTO ÓSSEA FLORIDA, CEMENTOBLASTOMA BENIGNO)
SE FOR OSTEOESCLEROSE IDIOPÁTICA SEM NENHUMA INTERVENÇÃO.
RADIOPACO COM RADIOLÚCIDO EM VOLTA, SE TIVER HISTÓRIA DE TRATAMENTO VAI SER REPARO ÓSSEO PERIAPICAL.
MASSA FUSIONADA A RAIZ> CEMENTOBLASTOMA BENIGNO
DISPLASIA CEMENTÁRIA PERIAPICAL, SE TIVER CÁRIE E CONTAMINAÇÃO. INTERVIR.
Aspectos radiográficos das lesões periodontais e periapicais
Sequência do processo diagnóstico
EXAME CLÍNICO(intra e extra)
EXAMES COMPLEMENTARES
CONDUTA CLÍNICA
HISTOPATOLÓGICO
DIAGNÓSTICO FINAL
NORMAL: Gengiva rosa pálida, mucosa alveolar mais vermelha,
Aspectos clínicos:
VERMELHIDÃO E SANGRAMENTO
EDEMA
DOR OU HIPERSENSIBILIDADE
HALITOSE( NÃO É SINAL)
MOBILIDADE OU MIGRAÇÃO DENTÁRIA
RETRAÇÃO GENGIVAIS
MAIORIA DAS VEZES É ASSINTOMÁTICA*
DOENÇAS PERIDONTAIS:
DOENÇAS GENGIVAIS
PERIODONTITE CRÔNICA(É ASSINTOMÁTICA E MAIS COMUM)
PERIODONTITE AGRESSIVA
PERIODONTITE COM MANIFESTAÇÕES SISTÊMICAS
DOENÇAS PERIODONTAIS NECROSANTES
ABCESSOS DO PERIODONTO
PERIODONTITE ASSOCIADA COM LESÃO ENDODÔNTICA
DESENVOLVIMENTO OU DERFORMIDADE
A PERIODONITE CRÔNICAPODE SER :
LOCALIZADA
GENERALIZADA MAIS COMUM
SEVERIDADE: PERDA DE INSERÇÃO(DEPENDE DO GRAU DE DESTRUIÇÃO DO PERIODONTO DE SUSTENTAÇÃO)
LEVE 1 OU 2 MM
MODERADA 3 OU 4 MM
SEVERA MAIOR OU IGUAL A 5 MM
EXAMES RADIOOGRÁFICOS: (GENGIVITE OU PERIODONTITE)
AUXILIA NO DIAGNÓSTICO
GUIA PARA SONDAGEM CLÍNICA
VISUALIZAR ALTERAÇÕES ÓSSEAS
CONTROLE PERIÓDICO
PERDA DE CRISTA ÓSSEA EM V E L, NÃO SE VÊ. MAS NA TOMOGRAFIA MOSTRA TDS DIMENSÕES.
PROCESSO ALVEOLAR
OSSO ALVEOLAR PROPRIAMENTE DITO: CORTICAL ALVEOLAR, CRISTAS ALVEOLARES E LÂMINA DURA(PRESENÇA DESSA CORTICAL)
OSSO ALVEOLAR DE SUPORTE: OSSO ESPONJOSO, TRABÉCULAS ÓSSEAS E ESPAÇOS MEDULARES RADIOLÚCIDOS.
REABSORÇÃO DA CRISTA ÓSSEA: PERDA DE DETALHE, PERDA DA CORTICAL E REDUÇÃO DE ALTURA. PRIMEIRO TEM O ESFUMAÇAMENTO DA CRISTA ÓSSEA ALVEOLAR. E DEPOIS REDUÇÃO DE ALTURA.
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS:
PERIAPICAIS(DENTES ANTERIORES)- TÉCNICA DO PARALELISMO
INTERPROXIMAIS POSTERIORES(PARA DENTES POSTERIORES) – SE FOR PERDA ÓSSEA MUITO GRANDE, USA AS PERIAPICAIS(SE FOR AVANÇADA).
CORTICALIZAÇÃO- 6 MESES A 1 ANO.
tártaro fica agredindo o tecido mole. Agentes irritantes como o principal. Restauração com excesso, aparelho do aparelho ortodôntico, banda ortodôntico.
PERDA ÓSSEA EM DUAS FORMAS:
HORIZONTAL (PERPENDICULAR AO LONGO EIXO DO DENTE) MAIS COMUM, LOCALIZADA.
VERTICAL OU OBLÍQUA (ANGULADA AO LONGO EIXO DO DENTE, É MAIS PERIGOSA)- FALTA UM DENTE, SOBREACARGA. FATOR LOCAL.
CONDENSAÇÃO DE OSSO, PARA REPOR A PERDA ÓSSEA. ESPAÇOS MEDULARES SOMEM E TRABÉCULAS AUMENTAM EM ESPESSURA E QUANTIDADE. OSTEÍTE CONDENSANTE.
ALGUNS PROBLEMAS É DEVIDO A TRATAMENTO ORTODÔNTICO. É ESPERADO, E CONTROLADO ATÉ O TRATAMENTO TERMINAR. SÃO REVERSÍVEIS. PRÓTESE(PODE CAUSAR TRAUMA OCLUSAL).
ASPECTOS RADIOGRÁFICOS EM DOENÇA PERIODONTAL:
OBSERVAR:
ENVOLVIMENTO ÓSSEO
PADRÃO DAS REABSORÇÕES ÓSSEAS(VERTICAL OU HORIZONTAL)
DISTRIBUIÇÃO DA PERDA ÓSSEA(LOCALIZADA OU GENERALIZADA)QUADRANTES*
EXPOSIÇÃO DA FURCA(DENTE MULTIRRADICULAR, TEM CRISTA ÓSSEA ENTRE AS RAÍZES, E TEM PERDA ÓSSEA NESSA REGIÃO NA CRISTA INTERRADICULAR)
LESÃO PERIODONTAL ESTENDENDO-SE AO PERIÁPICE(TRATAMENTO PERIODONTAL E ENDODÔNTICO)
ALTERAÇÃO DO TRABECULADO ÓSSEO(CONDENSAÇÃO DO OSSO)
NÍVEL ÓSSEO(CORTICALIZAÇÃO PRPESENTE NÃO É SINAL DE DONÇA)
ESPAÇO PERICEMENTÁRIO (ALARGAMENTO DO LIGAMENTO PERIODONTAL E É MOBILIDADE DENTÁRIA)
AGENTES IRRTANTES(APARELHO ORTODÔNTICO, CÁLCULO, RESTAURAÇÃO COM EXCESSO E MAL ADAPTADA, PRÓTESE MAL ADAPTADA, FALTA DE PONTO DE CONTATO, DENTE EXCLUÍDO).
LIMITAÇÕES RADIOGRÁFICAS:
NÃO AVALIA:
PRESENÇA DE BOLSAS PERIODONTAIS
MOBILIDADE DENTAL
MORFOLOGIA DOS DEFEITOS ÓSSEOS(V E L NÃO VÊ)
SUPERFÍCIES V E L
NÍVEL DO TECIDO MOLE
DIFERENÇA DE CASOS TRATATOS OU NÃO
MOSTRA ALTERAÇÕES MENOS GRAVES DO QUE OCORRE DE FATO(CLINICAMENTE É BEM PIOR, ACIMA DE 30% ).
DESCRIÇÃO RADIOGRÁFICOS
ASPECTOS NORMAIS:
LIGAMENTO PERIODONTAL: ESPESSURA E FORMA REGULAR
LÂMINA DURA: CONTINUIDADE, FORMA, INTEGRIDADE
OSSO ESPONJOSO: PADRÃO, TAMANHO, DENSIDADE E LIMITES
RIZOGÊNESE IMPERFEITA: ÁPICE ABERTO, PCT COM 15 ANOS, RADIOLÚCIDO NA REG DA RAIZ.
CAUSAS DAS DOENÇAS PERIODONTAIS:
CÁRIE->POLPA NECROSA, GERA TOXINAS E VÃO PARA O PERIÁPICE. A PERICEMENTITE APICAL AGUDA TEM SINTOMA DE DOR(ABCESSO PERIAPICAL-INCHAÇÃO, E DOR. E OSTEOMIELITE) E PERICEMENTITE APICAL CRÔNICA NÃO TEM DOR(GRANULOMA E CISTO).
CLASSIFICAÇÃO DAS D. PERIODONTAIS:
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAUDE OU CONSOLARO:
LESÃO PERIAPICAIS INFLAMATÓRIAS->
CAUSAS SÃO: FATORES QUÍMICOS-CÁRIE
FATORES FÍSICOS-TRAUMA
FATORES BIOLÓGICOS-MICRORGANISMOS
EVOLUÇÃO: CONDIÇÃO LOCAL(HOSP COM RESISTÊNCIA MELHOR OU NÃO), MICROBIOTA ESTABELECIDA
ASPECTO RADIOGRÁFICO: INTENSIDADE DO PROCESSO INFLAMATÓRIO, TEMPO DE DURAÇÃO DO PROCESSO INFLAMATÓRIO E CAPACIDADE ORGÂNCIA DE DEFESA(DEFESA DO HOSPEDEIRO).
IMAGENS RADIOLÚCIDAS: LISE OU DESTRUIÇÃO DO TECIDO ÓSSEO (30 OU A 50% DE PERDA ÓSSEA)
IMAGENS RADIOPACAS: AUMENTO DA DENSIDADE ÓSSEA, ESPESSAMENTO DAS TRABÉCULAS ÓSSEAS, DIMINUIÇÃO DOS ESPAÇOS MEDULARES E DESAPARECIMENTO DO ASPECTO DO OSSO ESPONJOSO.
IMAGENS MISTAS- (TRÊS FASES)IMAGENS RADIOLÚCIDAS, INCORPORAÇÃO DE MANTERIAL MINERALIZADO E PREDOMÍNIO DA RADIOPACIDADE.
ESPESSAMENTO DO PERICEMENTO APICAL>
POSSIBILIDADES: PERICEMENTITE APICAL AGUDA, ABCESSO DENTO ALVEOLAR AGUDO E TRAUMA OCLUSAL.
AUMENTO DO ESPAÇO OCUPADO PELO LIG. PERIODONTAL, NA REG. PERIAPICAL, PODENDO A LÂMINA DURA APRESENTAR-SE NORMAL, INTERROMPIDA OU ESPESSADA.
SINTOMA DE ABCESSO ALVEOLAR AGUDO: MUITA DOR, E VERMELHIDÃO
SINTOMA DE TRAUMA OCLUSAL: DÓI QND MASTIGA,
SINTOMA DE PERICEMENTITE APICAL AGUDA: NÃO TEM HISTÓRICO DE TRATAMENTO RECENTE, DENTE DÓI HÁ DUAS SEMANAS, DOR ESTÁ AUMENTANDO. POLA EM NECROSE E TOXINAS NO PERIÁPICE. NESSE CASO, SE ELA EVOLUI VAI PARA ABCESSP DENTO ALVEOLAR AGUDO. TRATAMENTO É CANAL.
ESPESSAMENTO TOTAL DO PERICEMENTO
POSSIBILIDADES: ABCESSO DENTO ALVEOLAR AGUDO, DOENÇA PERIODONTAL, TRAUMA OCLUSAL, TRACIONAMENTO ORTODÔNTICO, TRAUMA DENTÁRIA ACIDENTAL.
AUMENTO DO ESPAÇO OCUPADO PELO LIG. PERIODONTAL, EM TODA SUA EXTENSÃO, PODENDO A LÂMINA DURA APRESENTAR-SE NORMA, INTERROMPIDA OU ESPESSADA.
SINTOMAS: NÃO TEM DOR, NÃO TEVE TRAUMA ACIDENTAL, NÃO TEM MOBILIDADE. ENTÃO É TRAUMA OCLUSAL POR NÃO TER O DENTE VIZINHO.
SINTOMAS: DOR INTENSA, PURULENTA, É ABCESSO DENTO ALVEOLAR(COLEÇÃO DE EXSUDATO CONTIDO EM ALGUM LOCAL, DRENA PRA TIRAR A PRESSÃO E POR FÍSTULA QUE FAZ ISSO. E POR MEIO DO LIGAMENTO PERIODONTAL ACONTECE O ALARGAMENTO DO DENTE. QUANDO SONDA O DENTE, SAI PUS. )
SINTOMA: SE VÊ PERDA ÓSSEA, É DOENÇA PERIODONTAL
SINTOMA: SE VÊ APARELHO ORTODÔNTICO, É TRACIONAMENTO.
RAREFAÇÃO ÓSSEA DIFUSA
POSSIBILIDADES: ABCESSO DENTO ALVEOLAR CRÔNICO, ABCESSO FÊNIX (SECUNDÁRIO)
ÁREA RADIOLÚCIDA DE LIMITES INDEFINIDOS, COM TAMANHO E FORMA VARIÁVEIS.
SINTOMA: É ABCESSO, SE TEM DOR(FÊNIX É SINTOMÁTICO OU SECUNDÁRIO) OU NÃO(CRÔNICO).
ABCESSO PRIMÁRIO: DENTO ALVEOLAR AGUDO
ABCESSO SECUNDÁRIO: ROSTO INCHA, DOR INTENSA, DRENA NUMA FÍSTULA NA BOCA, TIRA E PARA A DOR, MAS NO PERIÁPICE CONTINUA. LENTO E PROGRESSIVO. DRENA A SECREÇÃO, MAS CONTINUA AGINDO.
SE NÃO CONSEGUIR DRENAR MAIS, E TER DOR DE NOVO( É FÊNIX OU SECUNDÁRIO);
NÃO SE VÊ TRABÉCULAS, E LIMITES.
RAREFAÇÃO ÓSSA DE LIMITES DEFINIDOS
POSSIBILIDADES: GRANULOMA PERIAPICAL, CISTO RADICULAR APICAL, REPARO ÓSSEO PERIAPICAL, ESTÁGIO INICIAL DE LESÕES MISTAS(DISPLASIA CEMENTÁRIA PERIAPICAL(MULHERES NEGRAS, 40 ANOS, SÓ NUM QUADRANTE), DISPLASIA CEMENTO ÓSSEA FLORIDA(VÁRIOS QUADRANTES), E CEMENTOBLASTOMA BENIGNO)
ÁREA RADIOLÚCIDA DE LIMITES DEFINIDOS COM TAMANHO E FORMA VARIÁVEIS, COM OU SEM HALO RADIOPACO(ORGANISMO TENTA SE DEFENDER, OSTEOGÊNESE REACIONAL)(PARCIAL OU TOTAL).
GRANULOMA E CISTO NÃO TEM VITALIDADE PULPAR(DENTE NECROSADO): SÓ TESTE HISTOPATOLÓGICO PARA DIFERENCIAR. VAI SER CANAL. 75% GRANULOMA. MAIS QUE 2 CM DE Diâmetro SERIA CISTO.
COM VITALIDADE PULPAR( ENTRE 30 E 40 ANOS, MULHER, RAÇA NEGRA, INCISIVOS INFERIORES) NÃO MECHER. SÃO DISPLASIAS.
REPARO EM TRATAMENTO CIRÚRGICO.
NÃO DEIXAR INFECTAR EM DISPLASIAS CEMENTÁRIAS.
LESÃO MISTA (RADIOLÚCIDA E RADIOPACA)
POSSIBILIDADES: REPARO ÓSSEO PERIAPICAL
ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO DAS LESÕES MISTAS (DISPLASIA CEMENTÁRIA PERIAPICAL, DISPLASIA CEMENTO ÓSSEA FLORIDA E CEMENTOBLASTOMA BENIGNO(1 MOLAR INFERIOR, RADIOLÚCIO COM RADIOPACO FUSIONA A RAIZ, UNE A RAIZ, COMPROMETE A VITALIDADE DO DENTE, VITALIDADE PULPAR).
RADIOPACIDADES DIFUSAS :
POSSIBILIDADE: OSTEÍTE CONDENSANTE(SEM LIMITE, É DIFUSO, ORGANISMO QUANDO RECEBE AGRESSÃO ELE TENTA RESISTIR A ISSO, PACIENTES MAIS JOVENS), PRECISA INTERVIR E TIRAR A CAUSA. PARALISA O PROCESSO E NÃO VOLTA AO QUE ERA ANTES.
RADIOPACIDADES DE LIMITES DEFINIDOS
POSSIBILIDADES: REPARO ÓSSEO PERIAPICAL, OSTEOESCLEROSE IDIOPÁTICA, ESTÁGIO FINAL DAS LESÕES MISTAS(DISPLASIA CEMENTÁRIA PERIAPICAL, DISPLASIA CEMENTO ÓSSEA FLORIDA, CEMENTOBLASTOMA BENIGNO)
SE FOR OSTEOESCLEROSE IDIOPÁTICA SEM NENHUMA INTERVENÇÃO.
RADIOPACO COM RADIOLÚCIDO EM VOLTA, SE TIVER HISTÓRIA DE TRATAMENTO VAI SER REPARO ÓSSEO PERIAPICAL.
MASSA FUSIONADA A RAIZ> CEMENTOBLASTOMA BENIGNO
DISPLASIA CEMENTÁRIA PERIAPICAL, SE TIVER CÁRIE E CONTAMINAÇÃO. INTERVIR.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Etiologia das doenças periodontais
Etiologia(do grego causa): estudo ou ciência das causas. No corpo temos microrganismos nas interfaces, mas pela renovação constante por descamação impede o seu acúmulo. A infecção é a presença e a multiplicação de microrganismos nos tecidos.
Dentes tem superfícies duras, não descamativa sendo a principal causa das cáries e doença periodontal e perimplantares. Por não ser descamativo e não se renovar, os microrganismos podem se alojar.
Na década de 60 teve uma teoria chamada de Teoria da Placa Inespecífica, eles acreditavam que quanto maior o número de microrganismos presentes na placa maior seria a agressão da doença. Mas indivíduos que tinham a presença da gengivite, placa e cálculo não desenvolveram a doença periodontal destrutiva. Eles perceberam que não é o número de microrganismos, mas sim o microrganismo específico que causa as doenças. Iniciaram a pesquisa de patógenos específicos. Acontecia na ordem: Acúmulo de microrganismos na margem gengival-fatores irritantes(ácidos, endotoxinas e antígenos) –inflamação gengival- destruição do periodonto. O ponto positivo dessa pesquisa foi que depende do controle da quantidade da placa pra não ter a doença, e que a doença avançada é aquela que não tem higienização e baixa resistência. Não persistiu, mas o tratamento da periodontite continua em vigor, é a remoção da placa e seus produtos.
Na década de 80 surgiu a teoria da placa específica que diz: somente determinada placa é patogênica, e sua patogenicidade depende da presença e do aumento dos microrganismos específicos. Vê a qualidade e não a quantidade. Redução ou eliminação de bactérias patogênicas é a forma de tratamento.
Um estudo clássico de LOE, THEILADE E JENSEM EM 1965- Estudantes ficaram sem realizar higiene bucal por 15 a 21 dias, acumulou biofilme na superfície dental acontecendo gengivite, e depois voltaram aos hábitos de higiene que em 7 a 10 dias restabeleceu a gengiva. Observaram que na presença da gengivite as espécies de bactérias mudaram de cocos e bastonetes gram positivas aeróbias para espiroquetas gram negativas anaeróbias, por isso se diz que é a quantidade e qualidade pra causar uma doença periodontal.
Patogenicidade: habilidade de colonização subgengival, capacidade de invasão, liberação de proteases e toxinas, capacidade de modular respostas imunológicas destrutivas.
Saude periodontal: Predomínio de bactérias cocos, espécies gram positivas facultativas, membros do gênero Strepctococus e Actinomyces, poucos filamentosas e gram negativas.
Na placa bacteriana acontece reações inflamatórias e imunológicas pra proteger desses ataques, a reação inflamatória é visível clinicamente sendo a resposta do hospedeiro à microbiota da placa. A anatomia do periodonto favorece a entrada desses microrganismos, porque o epitélio juncional é permeável e com isso tem muito espaço intercelular que é o fluido. Na destruição do periodonto, acontece por enzimas virulentas das bactérias que induzem a inflamação, reação imunológica que libera produtos e lipopolissacarídeos presentes na membrana externa de gram negativos.
PLACA BACTERIANA OU PLACA DENTÁRIA OU BIOFILME DENTAL: O nome mudou para biofilme dental porque o biofilme na natureza é o acúmulo de bactérias num substrato rígido e viável, recobertas por meio aquoso, e elas estão organizadas e são dinâmicas. No caso do biofilme dental, o substrato é superfícies duras da cavidade bucal como o esmalte, e implantes, os microrganismos e o meio aquoso sendo a saliva mais exsudato do sulco gengival. Placa caracteriza por comunidade de microrganismos que não são organizados, e são estáticos dessa forma o correto é biofilme.
Definição: Comunidade microbiana organizada, não mineralizada composta por bactérias envolvidas por matriz extracelular de polímeros e de polissacarídeos extracelulares de origem bacteriana, exsudato do sulco gengival e saliva. LEMBRAR : ORGANIZADA, NÃO MINERALIZADA, CANAIS DE FLUIDO E MATRIZ EXTRA-CELULAR. OBS: Antes dela aderir na superfície, os microrganismos estão circulando, pessoas que tem problemas no coração, devem fazer sempre a profilaxia pois se o biofilme cair na corrente sanguínea e encontrar um substrato só é removido, com a retirada do substrato.
COMO QUE É A FORMAÇÃO:
É dividido em 4 fases:
Necessário ter substrato viável primeiro.
FASE 1: ADSORÇÃO MOLECULAR: FORMAÇÃO DA PELÍCULA ADQUIRIDA. Essa película adquirida são moléculas aderindo nos tecidos duros e locais para adesão das bactérias. São constituintes da saliva, sendo glicoproteínas e proteoglicanos, também apresenta anticorpos, e na parte sub gengival, pode apresentar componentes do fluido gengival.
FASE 2: FASE INICIAL DE COLONIZAÇÃO: Os microrganismos que tem capacidade de adesão por adesinas, vão aderir nessa película adquirida. Eles são gram positivos, aeróbios, os Streptococos e Actinomyces. Se alimentam de carboidratos sendo considerados sacarolíticos. Eles fazem fermentação e degradação do carboidrato- se transformando em Polissacarídeos Extra-celulares, esses polissacarídeos serão a matriz extra-celular do biofilme dental. Estágio reversível.
FASE 3: MULTIPLICAÇÃO: Os colonizadores iniciais multiplicam e se organizam para possibilitar a chegada de novas bactérias.
FASE 4: COLONIZAÇÃO SECUNDÁRIA: Os microrganismos sem capacidade de aderir na película adquirida, agora podem aderir nas bactérias pré-colonizadoras( co-agregação). Com a espessura dessas camadas de bactérias, a difusão começa a ser difícil. O ambiente passa a ter espaços anaeróbicos, e as bactérias de colonização secundária são principais anaeróbias. Aparecendo periodontopatógenos como gram negativas, as Porphyromonas gingivalis, Tannerella forsythia. Essas bactérias se alimentam de aminoácidos vindos do fluido sérico no início da inflamação gengival. Essa fase a placa se torna irreversível.
A placa pode ser Supra gengival e Sub Gengival. A supra gengival são fases de bactérias colonizadoras iniciais, aeróbias, se alimenta de carboidratos da dieta. Mas quando chega na fase de colonização secundária, a Placa é Sub gengival, ela não necessita mais da nossa alimentação pois as bactérias anaeróbias ou aeróbias facultativas se alimentam de nutrientes presentes no sangue, exsudato gengival, restos epiteliais. Dessa forma, na doença periodontal a dieta não é tão importante como na doença cárie.
Como se forma o biofilme subgengival :Precisa da formação inicial da Supra gengival, mas depois organizado não necessita mais porque se torna auto-sustentável pelo sangue, esxudato gengival da inflamação, restos epiteliais, tem maior espessura, tem a presença do fluido gengival.
Mecanismos da Ação da Bactérias:
Elas atuam destruindo as células por enzimas histolíticas, tem agentes citotóxicos, invade tecido e célula.
Obs: O sistema imunológico tem que estar bem junto com uma boa higiene bucal. Porque a resistência do hospedeiro deve estar em equilíbrio com a virulência bacteriana.
Essas bactérias atuam diretamente liberando subprodutos nas células destruindo elas, ou indiretamente fazendo uma reação imunológica que vai aumentar a inflamação. Isso acontece porque as células de defesa fagocitam as bactérias, e morrem liberando todo o produtos delas mais os restos de suas células ocasionando um aumento na inflamação. Por isso se diz, que a doença periodontal depende da resposta do sistema imunológico, e da higiene bucal.
Patógenos Periodontais
Gengivite: Tem proporção semelhante das gram positivas e gram negativas. Gram positivas: S. sanguis, S.mitis, S. intermedius, S. oralis. Gram negativas: F. nucleatus, P. intermedia. Tem mais facultativas do que anaeróbias. Presença de formas de cocos e filamentosas, e as espiroquetas mais no ápice.
Periodontite: Formas filamentosas e espiroquetas, gram negativas e anaeróbias. Crônica: Porphyromonas gingivalis, P. intermedia, Actinobacillus actinomycetemcomintans, Tannerella forsythia, Treponema denticola, Eikenella corrodens.
Agressiva: Agregatibater, Porphyromonas gingivalis
MATÉRIA ALBA (Não confundir com o Biofilme Bacteriano): São bactérias mortas ou isoladas, não organizadas, não aderidas sendo retiradas com jatos de água ou ar, são restos alimentares, restos epiteliais, restos de células polimorfonucleares, células descamadas.
CÁLCULO DENTAL OU TÁRTARO:
Conceito: Depósito duro, formado pela mineralização da placa dentária e geralmente coberto por uma camada de placa não mineralizada. O mecanismo de formação dele é a mineralização do Biofilme Dental, um aumento de ph local permite que a anidrase carbônica e fosfatase alcalina precipitem carbonato, fosfato de cálcio e magnésio por causa de glândulas parótidas e submandibulares, por isso que seu grau de formação depende da quantidade da placa e secreção salivar, localizado mais em lingual de incisivos inferiores e vestibular de molares superiores (locais de glândulas). Cerca de 2 semanas pra aparecer. Composição do tártaro ou cálculo: 70 a 80% porção inorgânica de cálcio 40%, fósforo(20%), magnésio, sódio, carbonato e fluoreto. E 20 a 30% da porção orgânica sendo proteínas, carboidratos e lipídeos.
Classificado em:
Supra gengival: Mineralização a partir dos componentes da saliva, está coronário à margem gengival, aderido à superfície do dente, massa branca-amarelada/amarelo-acastanhada (coloração depende de hábitos alimentares e fumo), locais das glândulas que é lingual de incisivos inf. e vestibular de molares superiores. O diagnóstico é visual, sonda e raspagem. Menos aderido e mais fácil de remoção
Subgengival: Mineralização por componentes do exsudato inflamatório da bolsa periodontal, é apical à margem gengival, aderido à superfície da raiz radicular, coloração marrom escuro/preto-esverdeado, mais duro e aderido, difícil remoção. Diagnóstico é sondagem, radiografias, jato de ar.
Implicações clínicas: Difícil acesso para higiene e também tratamento, bactérias perto de tecidos, local de aderência para o biofilme por ser poroso. Não é a etiologia primária da doença periodontal mas pode ser local de retenção para biofilme.
DOENÇAS PERIODONTAIS SÃO INFECCIOSAS, CÁRATER PROGRESSIVO, DESTRUTIVAS E MULTIFATORIAIS!
Histologicamente tem características específicas:
RESPOSTA INATA DO TECIDO GENGIVAL PODE SER DIVIDIDO EM 4 FASES:
INICIAL, PRECOCE, ESTABELECIDA(correspondem às fases da gengivite) E AVANÇADA(corresponde à periodontite)
INICIAL: Em dois dias de acúmulo do biofilme, começa a ter vasculite (que é inflamação dos vasos) subjacentes ao epitélio juncional, proteínas vão pro meio extra celular, começa a ter exsudato do fluido no sulco gengival, aumenta migração de células para o sulco. CLINICAMENTE: Saude periodontal, é uma gengivite sub-clínica
PRECOCE: Acentua as características da lesão inicial, e clinicamente é gengivite detectável (edema, vermelhidão, aumento de fluídos)
ESTABELECIDA: Piora as fases anteriores. Clinicamente além de edema, vermelhidão, aumento de fluído causa uma hiperplasia que é pseudobolsa ou bolsa gengival, é aquela que aumenta a gengiva mais não ocorre perda de inserção, e aumento do sulco gengival para abaixo do epitélio juncional);
AVANÇADA: Continuação da lesão estabelecida, causa bolsa periodontal (aumento do sulco gengival até que o epitélio juncional vá para apical), retração gengival, vermelhidão, edema, perda de inserção, perda óssea e perda de lig periodontal. Clinicamente é a Periodontite.
DIAGNÓSTICO DAS DOENÇAS
Sangramento(indica a inflamação).
Temos a Bolsa periodontal indicando que houve migração do epitélio juncional para o apical, perda de inserção. Não aparece retração da gengiva porque acontece características para ela não acompanhar o epitélio juncional.
.
Temos a Retração gengival, quando a gengiva acompanha o epitélio juncional para o ápice, isso é a distância da junção cemento-esmalte até a margem gengival, também tem perda de inserção.
Perda de inserção: é a soma da bolsa periodontal (vai até onde a sonda chega, ou seja até a crista óssea) + a medida da retração (que é da jce até a margem gengival).
GENGIVITE
A gengivite corresponde à bolsa gengival ou falsa bolsa, não há migração do epitélio juncional para o ápice, nem perda de inserção, nem perda óssea. Ocorre sangramento à sondagem.
Todas às gengivites mostram sinais : Sinais e sintomas confinados somente na gengiva, o biofilme aumenta ou inicia a severidade da lesão, os sinais que vemos durante a inflamação é o aumento do contorno da gengiva por causa de edema ou fibrose, muda a cor fica um vermelho, eleva a temperatura do sulco, sangramento é espontâneo ou estimulado, aumenta o fluido da gengiva, é reversível quando destrói o fator etiológico, não tem perda de inserção. Gengivite induzida por placa, é quando precisa de fatores locais para se instalar no biofilme e quando não precisa de fatores locais para se instalar no biofilme.
Nos fatores sistêmicos temos:
Sistema endócrino:
Associada à puberdade(reversível após puberdade), associada a menstruação(nos períodos de ovulação) é reversível também, tem mulher que apresenta durante o ciclo todo. Na gravidez mais no 2 e 3 trimestres, depois do parto é reversível. Diabetes melittus tipo I está mais associada, quanto mais glicose no sangue mais tem severidade da doença, então se controla o nível de glicose do sangue controla a severidade da doença e vice-versa. Leucemias. Pode se dar por medicamentos que induzem o aumento gengival na presença da placa ( anticonvulsivantes- fenitoína, imunossupressor – ciclosporina, anti-hipertensivo porque bloqueia canal de cálcio – nefidipina) acontece primeiro em papilas, aumenta o sangramento. Aumento de gengiva é por causa de fatores INFLAMATÓRIOS(edema e fibrose) mas também pode ser por fatores GENÉTICOS. Tem contracepctivos orais que também aumentam a inflamação. No que diz respeito à nutrição, o ácido ascórbico é essencial porque auxilia na formação do colágeno aumentando a inflamação independente do nível de placa.
PERIODONTITE CRÔNICA:
Semelha à gengivite, mas com diferenças:
Acontece em maior prevalência nos adultos, mas também acontece em adolescentes, sangramento à sondagem, perda de inserção, reabsorção óssea, mobilidade e migração dentária, perde resistência aos tecidos, tem perda óssea, BOLSA periodontal, retração gengival, a quantidade de destruição é relacionada aos fatores locais(anatomia do dente, iatrogenias), vai ter a presença de cálculos supra e sub gengivais, influenciada por fumo e stress, fator sistêmico de HIV, diabetes melitus.
SEVERIDADE:
leve: perda de 3 mm
moderada: até 5 mm
severa: maior ou igual a 7mm
complicada: reabsorção óssea, lesões de furcas, defeitos infra-ósseos
PERIODONTITE AGRESSIVA: Predileção por jovens e rápida progressão da doença, rápida perda de inserção e óssea, hereditária, proporção elevada de Porphyromonas gengivalis, presença da placa sub gengival. Não apresenta o cálculo e nem placa supra gengival. Pacientes jovens até 40 anos, vai apresentar perda de inserção.
ETIOLOGIA MULTIFATORIAL
FATOR MICROBIOLÓGICO: Placa Dentária (biofilme)
FATORES LOCAIS: Cálculo ou tártato, trauma de oclusão, anatomia dentária, fatores iatrogênicos, ortodontia
FATORES COMPORTAMENTAIS: Tabagismo, estresse
FATORES SISTÊMICOS: Desequilíbrios endócrinos, distúrbios hematológicos, medicamentos, alterações hormonais
obs:
Trauma de oclusão: Forças de oclusão que causam injúrias no aparato de inserção; PRIMÁRIA( Força excessiva aplicada em dentes com aparato de inserção normais) SECUNDÁRIA (Força normal ou excessiva em dentes com aparatos periodontais reduzidos). Nas manifestações clínicas ocorre a presença de mobilidade dentária, migração do dente, desconforto, dor na oclusão, retração gengival. Na radiografia se vê lâmina dura descontínua, espaço maior no lig periodontal, reabsorção radicular ou óssea. O trauma da oclusão não causa doença periodontal porque acontece uma adaptação à esse trauma, mas quando tem a inflamação esse trauma vai acelerar o processo da doença, causando perda óssea.
Anatomia dentária: Se vê nos locais de furcas, sulcos, concavidades, fissuras, pérolas de esmalte e projeções de esmalte.
Iatrogenia: Pode ser por causa de restaurações defeituosas que deixem superfícies ásperas e margens salientes. Próteses mal adaptadas causando compressão em tecidos moles e torção sobre os dentes.
Ortodonia: Porque é difícil a higienização, modifica o ecossistema da gengiva, favorece retenção de placa.
FATORES SISTÊMICOS
DIABETES MELITUSX DOENÇA PERIODONTAL: Porque tem o descontrole glicêmico, se melhora isso, melhora a doença e vice-versa.
AVC X DOENÇA PERIODONTAL: Quem tem doença periodontal, tem 4,5 vezes de chance pra ter avc.
MEDICAMENTOS: Em resposta à placa induzem aumento da genviva. FENITOÍNA(anticonvulsivante), nefidipina(anti-hipertensivo, bloqueia canal de cálcio), ciclosporina (imunossupressor).
ALTERAÇOES HORMONAIS-
PUBERDADE- CICLO MENSTRUAL(OVULAÇÃO NA MAIORIA)- GRAVIDEZ (2 AO 8 MÊS) –ANTICONCEPCIONAIS
SUSCEPTIBILIDADE GENÉTICA-FATOR GENÉTICO, PORQUE TEM FAMÍLIA COM OCORRÊNCIA DE CASO MAIS COMUM,
FATORES COMPORTAMENTAIS
FUMO: É comprovado que a pessoa que fuma tem o sistema imunológico dominuído, e responde menos ao tratamento da doença periodontal. Diminui quantidade O2 na região da boca por causa da vasoconstrição dos vasos, e as bactérias são mais patogênicas.
ESTRESSE: É relacionado ao comportamento, porque a pessoa estressa não preocupa com a higiene bucal. E também diminui sistema imunológico.
MULHERES TEM MENOS REABSORÇÃO ÓSSEA QUE O HOMEM (por causa do estrógeno)
Pessoas mais idosas e jovens, tem mais chance de ter a doença.
Fator sócio-econômico também conta por causa da higiene.
domingo, 6 de setembro de 2015
Anatomia e Histologia do
Periodonto
Peri= em torno de, em volta de
Odonto= dente
Gengivite atinge periodonto de proteção, e periodontite atinge periodonto de sustentação.
Ciência que diagnostica, previne e trata as doenças gengivais e dos tecidos de sustentação dos dentes. Estuda as estruturas periféricas aos dentes naturais ou não, servindo para inserir os dentes aos ossos maxilares (correspondem aos ossos maxilares superiores e mandíbula) e manter integridade da mucosa mastigatória.
Função do Periodonto (sempre será de inserção e proteção)-> Inserção do dente ao tecido ósseo dos maxilares, conserva a superfície da mucosa mastigatória da cavidade bucal.
MUCOSA ORAL – todas as mucosas da cavidade bucal contínua com a pele do lábio, faringe e palato mole.
Mucosa mastigatória(está em contato com o dente): Gengiva e revestimento do palato duro
Mucosa Especializada: Dorso da língua
Mucosa de revestimento: Todo o restante, é a mucosa alveolar
De acordo com o trabalho que exerce ao redor dos dentes, o periodonto é classificado em dois tipos:
PROTEÇÃO – gengiva livre ou marginal obs:tirando a gengiva livre, se vê a junção cemento-esmalte ou amelocementária
- gengiva inserida obs: tirando se vê osso alveolar
- gengiva interdental, interproximal, papilar(papila interdentária) obs:tirando a gengiva interdental se vê a Ameia, espaço em forma de V.
SUSTENTAÇÃO/INSERÇÃO
-Ligamento Periodontal
-Osso Alveolar
- Cemento
Periodonto de Sustentação/ Inserção ->
Ligamento Periodontal(desmodonto) é o espaço álveolo-dental: Ele se insere no osso alveolar e vai em direção ao dente, ou seja as suas fibras de colágeno são consideradas do tipo alveolodental(o primeiro nome é a inserção e o segundo é a direção da fibra, e o segundo nome corresponde a ligação dele, ou seja, ele faz ligação do cemento a cortical óssea alveolar, essa cortical óssea alveolar é a parte do osso alveolar mais próxima do dente, corresponde na lâmina dura da radiografia).
Então o ligamento periodontal é um tecido conjuntivo frouxo, com feixes de fibras colágenas unindo o dente ao osso alveolar.
As funções do ligamento periodontal:
- Nutrição: Vasos sanguíneos que também protegem contra pressões exageradas, esses vasos são provenientes do dente por meio da região apical, que vem da polpa. São ramos da cortical alveolar óssea que vai para o ligamento por seus forames, e também vem vasos da gengiva. A comunicação dos vasos da gengiva e vasos periodontais se dá na passagem de fibras horizontais do ligamento periodontal. Portanto os vasos do ligamento periodontal são: apicais, gengivais e transalveolares.
-Proprioceptiva e mecânica/sensorial/tátel: O nome proprioceptiva indica a capacidade de percepção das localizações de regiões do nosso corpo sem utilizar a visão, no lig. Periodontal, isso se dá através da memória que o cérebro armazena a cada oclusão, e grava essa memória nos músculos da matigação, articulação ATM e no ligamento periodontal. Quando ocorre a mudança da oclusão, os músculos da mastigação e a articulação conseguem se adaptar a nova memória. Mas o ligamento periodontal será perdido se não houver reforços por oclusões sucessivas. (o que causa isso: alteração da oclusão devido a cáries, restaurações, atritos e desgastes, erupção contínua, movimentos dentais e fraturas). No ligamento periodontal tem abundantes terminações táteis, sensitivas para dor.
-Homeostase: Células de defesa
-Regenerativa: Células mesenquimais indiferenciadas
-Ancoragem/sustentação: Liga o dente ao alvéolo.
- Suprimento sanguíneo: art. Alveolares sup e inf
O lig. Periodontal ancora o dente protegendo ele das forças mastigatórias, ele leva essa força da oclusal para o osso mas resiste ao impacto dessas forças.(a força chega primeiro no ligamento e depois no osso).
Ele faz formação e reparação do osso e cemento pois tem osteoblastos e cementoblastos. Outras células presentes no ligamento são células nervosas, osteoclastos, mesenquimais indiferenciadas, fibroblastos, células endoteliais, restos epiteliais de malassez, macrófagos. Sendo mais estreito a nível de raiz.
Composição do Ligamento periodontal:
Fibras colágenas: é predominante
Fibras reticulares: adjacente a vasos e membrana basal
Fibras elásticas: associadas aos vasos
Fibras oxitalânicas: perpendicular ao ligamento periodontal, está no sentido do longo eixo do dente. Dá suporte ao ligamento e aos vasos.
Vasos linfáticos
Vasos sanquíneos
Terminações nervosas
Em relação a localização e resistências às forças, as fibras são classificadas em:
1- Apicais: está na região perpendicular ao ápice da raiz, ela resiste às forças na vertical e extrusivas ( ou seja, ela não deixa o dente sair do osso)
2- Oblíqua: Está oblíqua a partir da área final do ápice da raiz até o processo alveolar, ela resiste às forças mastigatórias ou seja, ela é responsável por ser amortecedora. Ela resiste às forças na vertical e intrusivas(não deixa o dente entrar no osso).
3- Horizontais: Está horizontalmente indo da parte média apical da raiz até o osso alveolar, evita a inclinação do dente. E é nessa parte que tem a comunicação de vasos do dente e osso com vasos da gengiva.
4- Cristas alveolares: está na junção cemento-esmalte até cristas ósseas e gengiva. Resistem às forças intrusivas.
5- Interradiculares: Quando é dente multirradicular, perpendicular ao dente e ao processo alveolar, resiste às forças verticais e laterais.
Obs: O Ligamento periodontal ou desmodonto, ele é essencial para a mobilidade do dente pois amortece as forças exercidas na mastigação. Outro fato a considerar, é que nesse espaço alvéolo-dental, tem a parte vital para o dente pois nutre cemento, osso, dente e gengiva. Então com a perda da Polpa, ainda dá para continuar com o dente sem precisar extrair. Outra questão, é que nas porções terminais do ligamento tanto na parte do cemento e do osso, tem as fibras de Sharpey, elas são maiores perto do dente e mais ramificadas quando chegam no osso. Deve-se lembrar sempre que o Ligamento periodontal protege todos os tecidos moles, nutre cemento, osso e gengiva, renova o cemento, osso, forma novas fibras, tem função sensorial, tátil. Amortece forças da mastigação e une dente ao osso.
Cemento Radicular(porque envolve a dentina na região de raiz)
Ele é um tecido dentário calcificado, é semelhante ao osso mas se difere por não ter vasos(nutrição vem do ligamento periodontal) e inervação. Tem a cor amarelo-claro, ele não tem inervação, nem vasos sanguíneos e linfáticos, não sofre remodelação e reabsorção fisiológicas como no osso. Nos casos de fraturas radiculares simples, tem nova deposição. Ao longo da vida ele está em constante formação (cementogênese), isso auxilia na inserção das fibras do ligamento, também nos casos de desgastes das oclusais, e o seu alinhamento no arco. Produzidos por cementoblastos derivados de células mesenquimais indiferenciadas, além de cementoblastos existe os cementócitos. O cemento tem fibras de Sharpey que é a porção que insere no cemento e no osso. Por ele ser poroso, quando é exposto na cavidade bucal (bolsa periodontal) é local propício para ocorrer perda de minerais por ação de bactérias absorvendo suas toxinas, e adesão de grânulos patológicos(cálculo dental).
Tipos de Cemento:
Acelular, Celular, Fibrilar extrínseco(fibroblastos que formam), Fibrilar intrínseco(cementoblastos que formam) e Afibrilar
O primeiro a surgir é o Cemento Acelular surge na erupção dentária, e não se forma ao longo da vida. Está na região cervical da raiz.
Quando o dente já está em oclusão e desempenhando sua função, aparece o Cemento Celular que tem os cementócitos.
Tipos
Cemento Acelular de fibras extrínsecas: São as primeiras. Não tem células, suas fibras são extrínsecas porque são produzidas por fibroblastos do lig. Periodontal. Tem fibras de sharpey, está na parte cervical;
Cemento celular de fibras mistas: Tem fibras produzidas por fibroblastos e por cementoblastos, no terço apical e áreas de furcas, possui cementócitos, cementoblastos, cementóides. Fibras de Sharpey com mineralização incompleta.
Cemento celular de fibras intrínsecas: Fibras intrínsecas e cementócitos. Está na região de ápice das raízes em lacunas de reabsorção, que vai atuar no caso de reparo. Fibras produzidas por cementoblastos.
Junção cemento-esmalte:
O cemento recobre a dentina a nível de raiz, e o esmalte a nível de dentina. A parte que fica entre esmalte e cemento é o colo do dente. Essa parte se estiver exposta, causa sensibilidade porque fica em contato com dentina. O esmalte nunca vai recobrir o cemento, pois o cemento se forma primeiro. Em 60 a 65% dos casos, cemento recobre esmalte, em 10 a 5% a dentina fica exposta(sensibilidade a alimentos ácidos e frios). E em 30% esmalte e cemento se encontram.
resumo da função: recobre dentina radicular, ancora dente ao álveolo e compensa o desgaste da oclusal.
Causas de reabsorção cementária: Quando acontece trauma na oclusão, movimentação ortodôntica, dentes mal alinhados, cistos e tumores, dentes sem antagonistas funcionais. (hipercimentose-raizes espessas e com grandes volumes)
TECIDO ÓSSEO
periósteo e endósteo-membranas conjuntivas.
Tecido conjuntivo especializado, matriz óssea é calcificada. Reveste internamente o processo alveolar e fornece inserção para fibras do ligamento periodontal. Possui parte compacta (corresponde a lâmina dura e cortical) e parte esponjosa( medula óssea, e tem trabéculas). É mais espesso nos posteriores. Está no processo de remodelação ou aposição quando tem demanda de função(ortodontia). As células são os cementoblastos(forma matriz não mineralizada chamada osteóide, que será mineralizada) Esse cementoblasto vai ser aprisionado na matriz e mudará de função, fazendo a manutenção da matriz(osteócito), osteclasto nas lacunas de howship(derivado de monócito, e realiza a reabsorção).
No osso compacto tem o canal de volkman: que dá passagem para vasos e nervos. Sistema de Havers: suprimento de vasos, principalmente em ossos mais espessos.
Ordem: Remodelação óssea trabecular-> osteoclastos reabsorvem na superfície -> período curto-> osteoblastos deposita novo osso
Periodonto de PROTEÇÃO:
GENGIVA LIVRE OU MARGINAL
GENGIVA INSERIDA
GENGIVA PAPILA INTERDENTAL, INTERDENTÁRIA OU INTERPROXIMAL
GENGIVA LIVRE OU MARGINAL
Tecido justaposto à superfície dental, vai da margem gengival até a ranhura marginal externamente, e internamente corresponde a área do sulco gengival que vai da margem gengival até a base do sulco gengival.
Características clínicas: rosa pálido, aspecto liso, não aderido ao dente. A largura é de 0,5 a 2 mm na altura da junção cemento-esmalte. Forma é arcos côncavos regulares, a terminação é em bizel ou fina, aspecto superficial é lisa, espessura de 1 mm, superfície opaca, ela forma o sulco gengival e papilas interdentárias, consistência é firme, o epitélio oral ou externo é paraqueratinizado (epitélio pavimentoso estratificado paraqueratinizado), e o epitélio interno do sulco gengival é epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado.
GENGIVA INSERIDA OU ADERIDA: Ela é cor rosa pálido, inserida ao periósteo (osso alveolar) e ao cemento por inserção conjuntiva(fibras da gengiva). Apresenta aspecto de casca de laranja por dois motivos: cristas epiteliais que é prolongamento do epitélio externo para o tecido conjuntivo e ter maior área de contato ou melhor nutrição, e o outro motivo é por apresentar macroscopicamente a inserção de fibras colágenas no osso subjacente. Ela tem a largura de 1 a 9 mm, consistência firme ou resiliente (capacidade de retornar ao estado original após sofrer deformação), na região palatina une ao palato sem percepção, e na lingual vê a junção da mucosa alveolar. Dentes anteriores tem mais gengiva inserida, não tem mobilidade. Na inflamação ela vai perder os pontilhados e a resiliência.
Mucosa alveolar faz parte da mucosa de revestimento, ela é lisa, brilhante(não tem queratina) vermelha porque o epitélio é fino e mostra o tecido conjuntivo subjacente. Não é aderida, tem mobilidade.
PAPILA INTERDENTAL OU GENGIVA INTERDENTÁRIA: Preenche as ameias interdentais. Tem gengiva inserida e gengiva marginal(sulco gengival) pode medir 3 mm. Na região de dentes anteriores é em forma triangular porque a área de contato dele é mais na incisal e diâmetro vestibulolingual é menor. Nos dentes posteriores tem forma trapezoidal e cela, e tem a parte lingual/palatina e vestibular. Quando a papila interdental atravessa a lingual/palatina até a vestibular forma uma depressão entre os dentes abaixo da área de contato, chamada de COL (consiste em epitélio não queratinizado) e por ser uma área mais difícil de higienizar e não ter queratina, local mais propício da doença periodontal. As bactérias liberam toxinas que vão se acumular nessa região, vai ter mais placa.
HISTOLOGIA DO PERIODONTO DE PROTEÇÃO
GENGIVA
EPITÉLIO POSSUI 4 CAMADAS: BASAL, ESPINHOSA, GRANULOSA E CÓRNEA
Na camada córnea que vai ocorrer a descamação das células, podendo ter a presença de queratina ou não.
Na mucosa mastigatória, temos a presença de 3 epitélios: juncional, sulcular e oral ou externo. Na renovação celular dos epitélios, na camada basal ocorre a divisão celular por mitose, e células da camada basal que são mais velhas migram para a superfície da córnea, chegando na córnea recebe o nome de queratinócito. Quando tem esfoliação perde componentes se for ortoqueratina(fica apenas membrana celular) e se for paraqueratina(fica restos de núcleos celulares) . O processo constante de formação e descamação varia dependendo do epitélio: nos epitélios orais ou externos demora em torno de 10 a 12 dias porque possui queratina(descamação). E nos epitélios juncionais e sulcular é em torno de 1 a 6 dias. Durante o dia esse processo é maior que a noite. No epitélio tem a presença das células : queratinócitos(em todas as camadas do epitélio, principais, 90% do total), melanócitos (produz melanina, está na camada basal, pigmentação da gengiva. Raça negra tem maior pigmentação), células de langerhans(envolvidas na defesa, está na camada espinhosa, elabora uma resposta ao antígeno), células de merkel(na camada basal, faz contato com axônio e acreditam-se que é sensitiva ao tato) células inflamatórias(neutrófilos, mastócitos, e linfócitos, no epitélio juncional e tecido conjuntivo também encontra, responsável por resposta inflamatória).
Resumo dos epitélios
Epitélio oral ou externo:
Epitélio pavimentoso estratificado queratinizado, compreende da margem gengival até linha mucogengival, possui quatro camadas de células(basal, espinhosa, granulosa e córnea);
Epitélio juncional:
Origem no epitélio oral e epitélio reduzido do órgão do esmalte, tipo é epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado, apenas duas camadas de células(basal e espinhosa), pequeno número de células(10 a 15), aderido à superfície do esmalte no nível da JCE pela membrana basal, mecanismo de adesão é por glicoproteínas e hemidesmossomos, alta renovação celular(6 a 7 dias).
Epitélio Sulcular: Epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado, quatro camadas de células.
O epitélio juncional tem espaços intercelulares maiores que o do sulco, no entanto os dois são locais para ocorrer o exsudato inflamatório, ocorrendo as bolsas periodontais. Por não ter queratina, e maior fluido entre as células. Tem maior troca de metabólitos e bactérias. Já o epitélio oral ou externo tem forte união das células e a queratina(Seco). No epitélio externo ou oral, vão ter projeções indo para a cavidade bucal do tecido conjuntivo chamadas papilas conjuntivas, e do epitélio para dentro do tecido conjuntivo chamadas cristas epiteliais(para ter maior área de contato com o tecido conjuntivo e assim melhor nutrição).
TECIDO CONJUNTIVO OU LÂMINA PRÓPRIA
CAMADA PAPILAR: Subjacente ao epitélio, projeções entre cristas epiteliais
CAMADA RETICULAR: Adjacente ao periósteo do osso alveolar
Componentes:
Fibroblastos 65%(fibras colágenas é 60% e fibroblastos 5%), produz fibras e matriz
Vasos e nervos(35%)
fibras oxitalânicas, reticulares, elásticas.
Mastócitos –propriedade vasoativa
Macrófagos- fagocitose e formação de tecido
Cél. Inflamatórias- plasmócitos, linfócitos e neutrófilos
Peri= em torno de, em volta de
Odonto= dente
Gengivite atinge periodonto de proteção, e periodontite atinge periodonto de sustentação.
Ciência que diagnostica, previne e trata as doenças gengivais e dos tecidos de sustentação dos dentes. Estuda as estruturas periféricas aos dentes naturais ou não, servindo para inserir os dentes aos ossos maxilares (correspondem aos ossos maxilares superiores e mandíbula) e manter integridade da mucosa mastigatória.
Função do Periodonto (sempre será de inserção e proteção)-> Inserção do dente ao tecido ósseo dos maxilares, conserva a superfície da mucosa mastigatória da cavidade bucal.
MUCOSA ORAL – todas as mucosas da cavidade bucal contínua com a pele do lábio, faringe e palato mole.
Mucosa mastigatória(está em contato com o dente): Gengiva e revestimento do palato duro
Mucosa Especializada: Dorso da língua
Mucosa de revestimento: Todo o restante, é a mucosa alveolar
De acordo com o trabalho que exerce ao redor dos dentes, o periodonto é classificado em dois tipos:
PROTEÇÃO – gengiva livre ou marginal obs:tirando a gengiva livre, se vê a junção cemento-esmalte ou amelocementária
- gengiva inserida obs: tirando se vê osso alveolar
- gengiva interdental, interproximal, papilar(papila interdentária) obs:tirando a gengiva interdental se vê a Ameia, espaço em forma de V.
SUSTENTAÇÃO/INSERÇÃO
-Ligamento Periodontal
-Osso Alveolar
- Cemento
Periodonto de Sustentação/ Inserção ->
Ligamento Periodontal(desmodonto) é o espaço álveolo-dental: Ele se insere no osso alveolar e vai em direção ao dente, ou seja as suas fibras de colágeno são consideradas do tipo alveolodental(o primeiro nome é a inserção e o segundo é a direção da fibra, e o segundo nome corresponde a ligação dele, ou seja, ele faz ligação do cemento a cortical óssea alveolar, essa cortical óssea alveolar é a parte do osso alveolar mais próxima do dente, corresponde na lâmina dura da radiografia).
Então o ligamento periodontal é um tecido conjuntivo frouxo, com feixes de fibras colágenas unindo o dente ao osso alveolar.
As funções do ligamento periodontal:
- Nutrição: Vasos sanguíneos que também protegem contra pressões exageradas, esses vasos são provenientes do dente por meio da região apical, que vem da polpa. São ramos da cortical alveolar óssea que vai para o ligamento por seus forames, e também vem vasos da gengiva. A comunicação dos vasos da gengiva e vasos periodontais se dá na passagem de fibras horizontais do ligamento periodontal. Portanto os vasos do ligamento periodontal são: apicais, gengivais e transalveolares.
-Proprioceptiva e mecânica/sensorial/tátel: O nome proprioceptiva indica a capacidade de percepção das localizações de regiões do nosso corpo sem utilizar a visão, no lig. Periodontal, isso se dá através da memória que o cérebro armazena a cada oclusão, e grava essa memória nos músculos da matigação, articulação ATM e no ligamento periodontal. Quando ocorre a mudança da oclusão, os músculos da mastigação e a articulação conseguem se adaptar a nova memória. Mas o ligamento periodontal será perdido se não houver reforços por oclusões sucessivas. (o que causa isso: alteração da oclusão devido a cáries, restaurações, atritos e desgastes, erupção contínua, movimentos dentais e fraturas). No ligamento periodontal tem abundantes terminações táteis, sensitivas para dor.
-Homeostase: Células de defesa
-Regenerativa: Células mesenquimais indiferenciadas
-Ancoragem/sustentação: Liga o dente ao alvéolo.
- Suprimento sanguíneo: art. Alveolares sup e inf
O lig. Periodontal ancora o dente protegendo ele das forças mastigatórias, ele leva essa força da oclusal para o osso mas resiste ao impacto dessas forças.(a força chega primeiro no ligamento e depois no osso).
Ele faz formação e reparação do osso e cemento pois tem osteoblastos e cementoblastos. Outras células presentes no ligamento são células nervosas, osteoclastos, mesenquimais indiferenciadas, fibroblastos, células endoteliais, restos epiteliais de malassez, macrófagos. Sendo mais estreito a nível de raiz.
Composição do Ligamento periodontal:
Fibras colágenas: é predominante
Fibras reticulares: adjacente a vasos e membrana basal
Fibras elásticas: associadas aos vasos
Fibras oxitalânicas: perpendicular ao ligamento periodontal, está no sentido do longo eixo do dente. Dá suporte ao ligamento e aos vasos.
Vasos linfáticos
Vasos sanquíneos
Terminações nervosas
Em relação a localização e resistências às forças, as fibras são classificadas em:
1- Apicais: está na região perpendicular ao ápice da raiz, ela resiste às forças na vertical e extrusivas ( ou seja, ela não deixa o dente sair do osso)
2- Oblíqua: Está oblíqua a partir da área final do ápice da raiz até o processo alveolar, ela resiste às forças mastigatórias ou seja, ela é responsável por ser amortecedora. Ela resiste às forças na vertical e intrusivas(não deixa o dente entrar no osso).
3- Horizontais: Está horizontalmente indo da parte média apical da raiz até o osso alveolar, evita a inclinação do dente. E é nessa parte que tem a comunicação de vasos do dente e osso com vasos da gengiva.
4- Cristas alveolares: está na junção cemento-esmalte até cristas ósseas e gengiva. Resistem às forças intrusivas.
5- Interradiculares: Quando é dente multirradicular, perpendicular ao dente e ao processo alveolar, resiste às forças verticais e laterais.
Obs: O Ligamento periodontal ou desmodonto, ele é essencial para a mobilidade do dente pois amortece as forças exercidas na mastigação. Outro fato a considerar, é que nesse espaço alvéolo-dental, tem a parte vital para o dente pois nutre cemento, osso, dente e gengiva. Então com a perda da Polpa, ainda dá para continuar com o dente sem precisar extrair. Outra questão, é que nas porções terminais do ligamento tanto na parte do cemento e do osso, tem as fibras de Sharpey, elas são maiores perto do dente e mais ramificadas quando chegam no osso. Deve-se lembrar sempre que o Ligamento periodontal protege todos os tecidos moles, nutre cemento, osso e gengiva, renova o cemento, osso, forma novas fibras, tem função sensorial, tátil. Amortece forças da mastigação e une dente ao osso.
Cemento Radicular(porque envolve a dentina na região de raiz)
Ele é um tecido dentário calcificado, é semelhante ao osso mas se difere por não ter vasos(nutrição vem do ligamento periodontal) e inervação. Tem a cor amarelo-claro, ele não tem inervação, nem vasos sanguíneos e linfáticos, não sofre remodelação e reabsorção fisiológicas como no osso. Nos casos de fraturas radiculares simples, tem nova deposição. Ao longo da vida ele está em constante formação (cementogênese), isso auxilia na inserção das fibras do ligamento, também nos casos de desgastes das oclusais, e o seu alinhamento no arco. Produzidos por cementoblastos derivados de células mesenquimais indiferenciadas, além de cementoblastos existe os cementócitos. O cemento tem fibras de Sharpey que é a porção que insere no cemento e no osso. Por ele ser poroso, quando é exposto na cavidade bucal (bolsa periodontal) é local propício para ocorrer perda de minerais por ação de bactérias absorvendo suas toxinas, e adesão de grânulos patológicos(cálculo dental).
Tipos de Cemento:
Acelular, Celular, Fibrilar extrínseco(fibroblastos que formam), Fibrilar intrínseco(cementoblastos que formam) e Afibrilar
O primeiro a surgir é o Cemento Acelular surge na erupção dentária, e não se forma ao longo da vida. Está na região cervical da raiz.
Quando o dente já está em oclusão e desempenhando sua função, aparece o Cemento Celular que tem os cementócitos.
Tipos
Cemento Acelular de fibras extrínsecas: São as primeiras. Não tem células, suas fibras são extrínsecas porque são produzidas por fibroblastos do lig. Periodontal. Tem fibras de sharpey, está na parte cervical;
Cemento celular de fibras mistas: Tem fibras produzidas por fibroblastos e por cementoblastos, no terço apical e áreas de furcas, possui cementócitos, cementoblastos, cementóides. Fibras de Sharpey com mineralização incompleta.
Cemento celular de fibras intrínsecas: Fibras intrínsecas e cementócitos. Está na região de ápice das raízes em lacunas de reabsorção, que vai atuar no caso de reparo. Fibras produzidas por cementoblastos.
Junção cemento-esmalte:
O cemento recobre a dentina a nível de raiz, e o esmalte a nível de dentina. A parte que fica entre esmalte e cemento é o colo do dente. Essa parte se estiver exposta, causa sensibilidade porque fica em contato com dentina. O esmalte nunca vai recobrir o cemento, pois o cemento se forma primeiro. Em 60 a 65% dos casos, cemento recobre esmalte, em 10 a 5% a dentina fica exposta(sensibilidade a alimentos ácidos e frios). E em 30% esmalte e cemento se encontram.
resumo da função: recobre dentina radicular, ancora dente ao álveolo e compensa o desgaste da oclusal.
Causas de reabsorção cementária: Quando acontece trauma na oclusão, movimentação ortodôntica, dentes mal alinhados, cistos e tumores, dentes sem antagonistas funcionais. (hipercimentose-raizes espessas e com grandes volumes)
TECIDO ÓSSEO
periósteo e endósteo-membranas conjuntivas.
Tecido conjuntivo especializado, matriz óssea é calcificada. Reveste internamente o processo alveolar e fornece inserção para fibras do ligamento periodontal. Possui parte compacta (corresponde a lâmina dura e cortical) e parte esponjosa( medula óssea, e tem trabéculas). É mais espesso nos posteriores. Está no processo de remodelação ou aposição quando tem demanda de função(ortodontia). As células são os cementoblastos(forma matriz não mineralizada chamada osteóide, que será mineralizada) Esse cementoblasto vai ser aprisionado na matriz e mudará de função, fazendo a manutenção da matriz(osteócito), osteclasto nas lacunas de howship(derivado de monócito, e realiza a reabsorção).
No osso compacto tem o canal de volkman: que dá passagem para vasos e nervos. Sistema de Havers: suprimento de vasos, principalmente em ossos mais espessos.
Ordem: Remodelação óssea trabecular-> osteoclastos reabsorvem na superfície -> período curto-> osteoblastos deposita novo osso
Periodonto de PROTEÇÃO:
GENGIVA LIVRE OU MARGINAL
GENGIVA INSERIDA
GENGIVA PAPILA INTERDENTAL, INTERDENTÁRIA OU INTERPROXIMAL
GENGIVA LIVRE OU MARGINAL
Tecido justaposto à superfície dental, vai da margem gengival até a ranhura marginal externamente, e internamente corresponde a área do sulco gengival que vai da margem gengival até a base do sulco gengival.
Características clínicas: rosa pálido, aspecto liso, não aderido ao dente. A largura é de 0,5 a 2 mm na altura da junção cemento-esmalte. Forma é arcos côncavos regulares, a terminação é em bizel ou fina, aspecto superficial é lisa, espessura de 1 mm, superfície opaca, ela forma o sulco gengival e papilas interdentárias, consistência é firme, o epitélio oral ou externo é paraqueratinizado (epitélio pavimentoso estratificado paraqueratinizado), e o epitélio interno do sulco gengival é epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado.
GENGIVA INSERIDA OU ADERIDA: Ela é cor rosa pálido, inserida ao periósteo (osso alveolar) e ao cemento por inserção conjuntiva(fibras da gengiva). Apresenta aspecto de casca de laranja por dois motivos: cristas epiteliais que é prolongamento do epitélio externo para o tecido conjuntivo e ter maior área de contato ou melhor nutrição, e o outro motivo é por apresentar macroscopicamente a inserção de fibras colágenas no osso subjacente. Ela tem a largura de 1 a 9 mm, consistência firme ou resiliente (capacidade de retornar ao estado original após sofrer deformação), na região palatina une ao palato sem percepção, e na lingual vê a junção da mucosa alveolar. Dentes anteriores tem mais gengiva inserida, não tem mobilidade. Na inflamação ela vai perder os pontilhados e a resiliência.
Mucosa alveolar faz parte da mucosa de revestimento, ela é lisa, brilhante(não tem queratina) vermelha porque o epitélio é fino e mostra o tecido conjuntivo subjacente. Não é aderida, tem mobilidade.
PAPILA INTERDENTAL OU GENGIVA INTERDENTÁRIA: Preenche as ameias interdentais. Tem gengiva inserida e gengiva marginal(sulco gengival) pode medir 3 mm. Na região de dentes anteriores é em forma triangular porque a área de contato dele é mais na incisal e diâmetro vestibulolingual é menor. Nos dentes posteriores tem forma trapezoidal e cela, e tem a parte lingual/palatina e vestibular. Quando a papila interdental atravessa a lingual/palatina até a vestibular forma uma depressão entre os dentes abaixo da área de contato, chamada de COL (consiste em epitélio não queratinizado) e por ser uma área mais difícil de higienizar e não ter queratina, local mais propício da doença periodontal. As bactérias liberam toxinas que vão se acumular nessa região, vai ter mais placa.
HISTOLOGIA DO PERIODONTO DE PROTEÇÃO
GENGIVA
EPITÉLIO POSSUI 4 CAMADAS: BASAL, ESPINHOSA, GRANULOSA E CÓRNEA
Na camada córnea que vai ocorrer a descamação das células, podendo ter a presença de queratina ou não.
Na mucosa mastigatória, temos a presença de 3 epitélios: juncional, sulcular e oral ou externo. Na renovação celular dos epitélios, na camada basal ocorre a divisão celular por mitose, e células da camada basal que são mais velhas migram para a superfície da córnea, chegando na córnea recebe o nome de queratinócito. Quando tem esfoliação perde componentes se for ortoqueratina(fica apenas membrana celular) e se for paraqueratina(fica restos de núcleos celulares) . O processo constante de formação e descamação varia dependendo do epitélio: nos epitélios orais ou externos demora em torno de 10 a 12 dias porque possui queratina(descamação). E nos epitélios juncionais e sulcular é em torno de 1 a 6 dias. Durante o dia esse processo é maior que a noite. No epitélio tem a presença das células : queratinócitos(em todas as camadas do epitélio, principais, 90% do total), melanócitos (produz melanina, está na camada basal, pigmentação da gengiva. Raça negra tem maior pigmentação), células de langerhans(envolvidas na defesa, está na camada espinhosa, elabora uma resposta ao antígeno), células de merkel(na camada basal, faz contato com axônio e acreditam-se que é sensitiva ao tato) células inflamatórias(neutrófilos, mastócitos, e linfócitos, no epitélio juncional e tecido conjuntivo também encontra, responsável por resposta inflamatória).
Resumo dos epitélios
Epitélio oral ou externo:
Epitélio pavimentoso estratificado queratinizado, compreende da margem gengival até linha mucogengival, possui quatro camadas de células(basal, espinhosa, granulosa e córnea);
Epitélio juncional:
Origem no epitélio oral e epitélio reduzido do órgão do esmalte, tipo é epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado, apenas duas camadas de células(basal e espinhosa), pequeno número de células(10 a 15), aderido à superfície do esmalte no nível da JCE pela membrana basal, mecanismo de adesão é por glicoproteínas e hemidesmossomos, alta renovação celular(6 a 7 dias).
Epitélio Sulcular: Epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado, quatro camadas de células.
O epitélio juncional tem espaços intercelulares maiores que o do sulco, no entanto os dois são locais para ocorrer o exsudato inflamatório, ocorrendo as bolsas periodontais. Por não ter queratina, e maior fluido entre as células. Tem maior troca de metabólitos e bactérias. Já o epitélio oral ou externo tem forte união das células e a queratina(Seco). No epitélio externo ou oral, vão ter projeções indo para a cavidade bucal do tecido conjuntivo chamadas papilas conjuntivas, e do epitélio para dentro do tecido conjuntivo chamadas cristas epiteliais(para ter maior área de contato com o tecido conjuntivo e assim melhor nutrição).
TECIDO CONJUNTIVO OU LÂMINA PRÓPRIA
CAMADA PAPILAR: Subjacente ao epitélio, projeções entre cristas epiteliais
CAMADA RETICULAR: Adjacente ao periósteo do osso alveolar
Componentes:
Fibroblastos 65%(fibras colágenas é 60% e fibroblastos 5%), produz fibras e matriz
Vasos e nervos(35%)
fibras oxitalânicas, reticulares, elásticas.
Mastócitos –propriedade vasoativa
Macrófagos- fagocitose e formação de tecido
Cél. Inflamatórias- plasmócitos, linfócitos e neutrófilos
Substância
fundamental(amorfa) – produzida tanto por macrófagos e por fibroblastos.
A matriz do tecido conjuntos é constituída por glicosaminoglicanos que são as unidades dos proteoglicanos, esses são hidratos de carbono e proteínas. Glicoproteínas, ác. Hialurônico, água.
As fibras do tecido conjuntivo da gengiva, faz com que a gengiva fique aderida ao dente. As principais são dentogengivais(cemento até gengiva livre ou marginal), essas são inseridas no cemento, recebendo o nome de inserção conjuntiva. Alveologengivais vai do alvéolo em direção a gengiva, dentoperiosteais vai do cemento ao osso periósteo(está no mesmo sentido da dentogengival, mas essa vai passar em cima da crista óssea e ir na gengiva inserida). As circulares, está na gengiva livre. As transeptais, ligam junção cemento-esmalte de um dente ao outro. A dentogengival e dentoalveolar tem a inserção na região cervical do cemento( essas se chamam inserção conjuntiva).
Espaço biológico- corresponde a medida do espaço vital ao redor do dente que não pode ser invadido, se invadido terá problemas inflamatórios.
Corresponde ao Epitélio Juncional + inserção conjuntiva(fibras) no limite da junção cemento-esmalte
EJ = 0,97 mm + IC= 1,07 = 2,04 mm
O sulco gengival tem 0,69 mm ele é chamado também de sulco histológico. O sulco clínico é aquele que vai ter a medida com a sonda periodontal, e vai até a parte mais apical do epitélio juncional (0,97 mm) . Sulco gengival normal deve ter de 0,5 a 2 mm de profundidade, ausência de sangramento, ausência de exsudato inflamatório, ausência de sensibilidade à sondagem.
Classificação do periodonto
CLASSE I- dimensão e espessura da gengiva e do processo alveolar normais
CLASSE II- dimensão da queratina é reduzida e processo alveolar normal
CLASSE III- dimensão de gengiva normal e processo alveolar fino
CLASSE IV- dimensão do tecido queratinizado reduzido e espessura do processo fina. (pacientes de riscos porque precisa da gengiva para proteger de danos mecânicos e microbianos, barreira à penetração por micróbios e agentes nocivos em tecidos mais profundos)
obs: A gengiva livre é lisa e transparente. A gengiva inserida tem aspecto fosco e granulado(ponteado gengival) ou finamente lobulado, semelhante à casca de laranja (STIPLING). A perda do granulado é um sinal característico de doença gengival. Nos processos inflamatórios, onde as fibras colágenas (vindas da mucosa alveolar, cuja função é dar elasticidade, firmeza, aderência, turgidez) são destruídas , a gengiva inserida apresenta-se lisa e brilhante.
A matriz do tecido conjuntos é constituída por glicosaminoglicanos que são as unidades dos proteoglicanos, esses são hidratos de carbono e proteínas. Glicoproteínas, ác. Hialurônico, água.
As fibras do tecido conjuntivo da gengiva, faz com que a gengiva fique aderida ao dente. As principais são dentogengivais(cemento até gengiva livre ou marginal), essas são inseridas no cemento, recebendo o nome de inserção conjuntiva. Alveologengivais vai do alvéolo em direção a gengiva, dentoperiosteais vai do cemento ao osso periósteo(está no mesmo sentido da dentogengival, mas essa vai passar em cima da crista óssea e ir na gengiva inserida). As circulares, está na gengiva livre. As transeptais, ligam junção cemento-esmalte de um dente ao outro. A dentogengival e dentoalveolar tem a inserção na região cervical do cemento( essas se chamam inserção conjuntiva).
Espaço biológico- corresponde a medida do espaço vital ao redor do dente que não pode ser invadido, se invadido terá problemas inflamatórios.
Corresponde ao Epitélio Juncional + inserção conjuntiva(fibras) no limite da junção cemento-esmalte
EJ = 0,97 mm + IC= 1,07 = 2,04 mm
O sulco gengival tem 0,69 mm ele é chamado também de sulco histológico. O sulco clínico é aquele que vai ter a medida com a sonda periodontal, e vai até a parte mais apical do epitélio juncional (0,97 mm) . Sulco gengival normal deve ter de 0,5 a 2 mm de profundidade, ausência de sangramento, ausência de exsudato inflamatório, ausência de sensibilidade à sondagem.
Classificação do periodonto
CLASSE I- dimensão e espessura da gengiva e do processo alveolar normais
CLASSE II- dimensão da queratina é reduzida e processo alveolar normal
CLASSE III- dimensão de gengiva normal e processo alveolar fino
CLASSE IV- dimensão do tecido queratinizado reduzido e espessura do processo fina. (pacientes de riscos porque precisa da gengiva para proteger de danos mecânicos e microbianos, barreira à penetração por micróbios e agentes nocivos em tecidos mais profundos)
obs: A gengiva livre é lisa e transparente. A gengiva inserida tem aspecto fosco e granulado(ponteado gengival) ou finamente lobulado, semelhante à casca de laranja (STIPLING). A perda do granulado é um sinal característico de doença gengival. Nos processos inflamatórios, onde as fibras colágenas (vindas da mucosa alveolar, cuja função é dar elasticidade, firmeza, aderência, turgidez) são destruídas , a gengiva inserida apresenta-se lisa e brilhante.
Lisa – porque as células novas de
colágeno são destruídas pelo meio ácido da inflamação
Brilhante – devido a redução de
queratina
Áspera – hiperqueratose.
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